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Multidisciplinary bibliography of the Portugal-Spain border

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ID Tipología Título Ruta Título de la revista Título del libro Título del volumen Siglas Autores Autoría Autor normalizado Editores del libro Editores del volumen Director Tipo de comunicación Tipo de audiovisual Fecha Localidad Editorial Organismo Universidad Frecuencia Año Año del primer número Año de finalización ISSN/Dep. Legal Volumen Número Páginas Duración (min.) Descripción ISBN DOI Sitio web Publicación Sinopsis de contenido Notas Reseñas Lengua Tema Área geográfica Palabras clave (campo indexado) Fichas bibliográficas relacionadas
178819 Paper Introdução ao cancioneiro da Beira Baixa /fichas-bibliograficas/introducao-ao-cancioneiro-da-beira-baixa

Revista Lusitana

Monteiro, José

Monteiro, José Rodrigues 1943 XXXVIII 143-195

[Resumo extraído da fonte]

De longe controvertido, o problema das origens da poesia popular dir-se-ia enquadrado entre dos conceitos relutantes: a) génese espontânea do "povo emocionista e inconsciente" ; b) inaptidão criadora da "masa anónima" e, em certo modo, dos elementos individuais que a integram. [...] Creemos achar-se em justo meio a prudente solução do problema. Sem dúvida, a tese romântica da criação colectiva, que interessou a contar do séc. XVIII a especulação de estudiosos cultores da filosofia e do direito, da história, da filologia e do folclore, é hoje, se não aceita com reserva, comummente rejeitada por abstrusa. Além do mais, não pode, de facto, compreender-se, como nota Leito de Vasconcelos, "que na origem se juntassem uns poucos de individuos e ao mesmo tempo as compuzessem que succedera a respeito da creação da linguagem".

Cancioneiro religioso do ciclo do Natal. Considerações acerca da origem da poesia popular. Ordenação em dois grupos: romanceiro e cancioneiro lírico

Language, Phonetics and Phonology, Literature, Literary production created in the Spanish-Portuguese borderland, Thought and cultural world, Anthropology and ethnology, Description of specific aspects, Folklore. Oral tradition, Religion. Mythology, Art, Musical arts PORTUGAL, CASTELO BRANCO, Castelo Branco, Penamacôr, GUARDA, Sabugal, Vila Nova de Foz Côa, VILA REAL, Valpaços literatura oral, romances, canciones, música tradicional, bailes, Navidad, religiosidad popular
180199 Paper Introdução aos ditos dezideiros mirandeses (1) /fichas-bibliograficas/introducao-aos-ditos-dezideiros-mirandeses-1

Amigos de BragançaRevista mensal de informação e estudos regionalistas

Ferreira, Amadeu

Ferreira, Amadeu 2004 10.ª Série 1, XXI 40-43 https://studosmirandeses.blogs.sapo.pt/4299.html

[Resumo extraido da fonte]

Com este pretendemos iniciar uma série de artigos sobre os provérbios mirandeses, em língua mirandesa conhecidos por ditos dezideiros ou apenas ditos ou ainda, embora menos, adaiges. Para quem estuda uma realidade convém deixar claro, desde o início, o sentido dos termos utilizados. Pela nossa parte utilizaremos a expressão ditos dezideiros ou apenas ditos no seu sentido mais amplo, de acordo com o uso oral pelos mirandeses. Uma vez que escrevemos em português, tomaremos como sinónima a palavra portuguesa provérbio, também aqui usada em sentido amplo.

Como "ditos dezideiros mirandeses" ou provérbios mirandeses" consideramos todos aqueles que são usados pelos mirandereses, sejan eles ditos em língua mirandera, em português ou en castelhano. Afastamos, assim, a la ideia de considerar apenas como mirandeses os provérbios que não son usados em mais lado nenhum ou os que são exclusivamente ditos em língua mirandesa. Os provérbios atravessam os tempos e as fronteiras, as línguas e as sociedades, sendo em número muito pequeno aqueles que se podem considerar apenas de uma dada região ou país, sendo igualmente muito difícil saber exactametne onde e quando tiveram origem. O mesmo se pasa com os provérbios mirandeses. 

portugués Basic concepts, Bibliography, Literature, Literary production created in the Spanish-Portuguese borderland, Thought and cultural world, Anthropology and ethnology, Folklore. Oral tradition PORTUGAL, BRAGANÇA, Miranda do Douro mirandés, literatura dialectal, literatura oral, paremias
190252 Paper Introdução. Fronteiras linguísticas ibero-ocidentais: novos métodos e novos resultados /fichas-bibliograficas/introducao-fronteiras-linguisticas-ibero-ocidentais-novos-metodos-e-novos Revista Internacional de Lingüística Iberoamericana

Brissos, Fernando

Brissos, Fernando Jorge Costa 2023 42 9-13 https://doi.org/10.31819/rili-2023-214201 portugués Bilingualism and diglossia. Languages in contact. Interferences ESPAÑA, PORTUGAL
182120 Book Introducción a la historia de la literatura mirandesa /fichas-bibliograficas/introduccion-la-historia-de-la-literatura-mirandesa

Gómez Bautista, Alberto

Gómez Bautista, Alberto [s.l.] Ianua Editora 2017 127 978-84-617-7964-2

[Resumen tomado de la introducción del libro]

"En la presente obra se examinan, en primer lugar, la historia de las obras publicadas en mirandés y sus autores. En segundo lugar, se analizan las causas que favorecieron el surgimiento de esa literatura. Y, por último, se presenta al lector hispanohablante lo esencial de la historia de la literatura mirandesa" (p. 3).

español Language, Sociolinguistics. Dialectology and geolinguistics, (Socio-)Linguistical description of a locality or territory. Linguistic atlases, Literature, Literary studies PORTUGAL, BRAGANÇA, Miranda do Douro mirandés
181651 Paper Introducción a la paremiología oliventina /fichas-bibliograficas/introduccion-la-paremiologia-oliventina

Cuadernos Hispano-Portugueses

Rodríguez Franco, Servando

Rodríguez Franco, Servando 1992 1 español Language, Lexicology and lexicography, Phraseology, Thought and cultural world, Anthropology and ethnology, Folklore. Oral tradition ESPAÑA, BADAJOZ, Olivenza paremias
177427 Dissertation Introducción al estudio de la toponimia de Villanueva del Fresno /fichas-bibliograficas/introduccion-al-estudio-de-la-toponimia-de-villanueva-del-fresno

Barajas Salas, Eduardo

Barajas Salas, Eduardo Universidad de Extremadura 1979 1979

Memoria de Licenciatura presentada en la Facultad de Filosofía y Letras de la Universidad de Extremadura (Cáceres).

español Language, Historical linguistics and etymology, Onomastics ESPAÑA, BADAJOZ, Villanueva del Fresno toponimia
179767 Dissertation Introducción al estudio de los occidentalismos (leonesismos y portuguesismos) en andaluz /fichas-bibliograficas/introduccion-al-estudio-de-los-occidentalismos-leonesismos-y-portuguesismos

López de Aberasturi Arregui, José Ignacio

López de Aberasturi Arregui, José Ignacio Mondéjar Cumpián, José Granada Universidad de Granada Universidad de Granada 1992 1986 84-338-1614-4

Se trata de un análisis de todas las formas léxicas de procedencia portuguesa y/o extremeño-leonesa que inventariamos entre los mapas del vol. I del ALEA. Nos referimos, obviamente, solo a las voces que no fueran generales en español (esto es, and. engazo ‘escobajo del racimo´, del port., y no el lusismo caramelo, por ejemplo). Los 63 lusismos recogidos se registran primordialmente en la provincias de Sevilla y Huelva, y en esta, son especialmente frecuentes en su franja fronteriza (Ayamonte, Sanlúcar de Guadiana, San Silvestre de Guzmán), además de San Bartolomé de la Torre y Beas.

Memoria de licenciatura publicada en microforma por la Universidad de Granada en 1992 (ISBN: 84-338-1614-4).

español Language, Lexicology and lexicography, Onomasiological and semasiological works, Sociolinguistics. Dialectology and geolinguistics, Dialectal vocabulary ESPAÑA, HUELVA, Aroche, Ayamonte, Cabezas Rubias, Cumbres de San Bartolomé, Encinasola, Puebla de Guzmán, Rosal de la Frontera, San Silvestre de Guzmán, Sanlúcar de Guadiana occidentalismos, leonesismos, portuguesismos, hablas andaluzas, Atlas Lingüístico y Etnográfico de Andalucía (ALEA), vocabulario, agricultura
180303 Paper Introducción al estudio del folklore de Olivenza: adulteración y realidad /fichas-bibliograficas/introduccion-al-estudio-del-folklore-de-olivenza-adulteracion-y-realidad

Saber Popular: Revista Extremeña de Folklore

Sousa, José Tomás; Vidigal, Miguel Ángel; Valerio, Encarnación

, , Sousa, José Tomás, Vidigal, Miguel Ángel, Valerio, Encarnación 1987 1 65-68 español Thought and cultural world, Anthropology and ethnology, Folklore. Oral tradition fiestas populares
183035 Paper Introducción: el presente y el futuro de las lenguas minoritarias peninsulares  /fichas-bibliograficas/introduccion-el-presente-y-el-futuro-de-las-lenguas-minoritarias-peninsulares

Études romanes de Brno

Ferreira, Vera; Valeš, Miroslav; Buzek, Ivo

, ,
Author
Ferreira, Vera, Valeš, Miroslav, Buzek, Ivo 2020 41 1 7-9 https://doi.org/10.5817/ERB2020-1-1 http://hdl.handle.net/11222.digilib/142569

Dossier thématique: Lenguas amenazadas en la Península Ibérica. Situación actual y perspectivas para el futuro, coordinado por Vera Ferreira, Miroslav Valeš e Ivo Buzek.

español Language, Sociolinguistics. Dialectology and geolinguistics, Other dialectological/sociolinguistic works PENÍNSULA IBÉRICA vitalidad lingüística, revitalización lingüística, lenguas minoritarias
182036 Proceedings Introdutores de orações infinitivas: o que diz a sintaxe dos clíticos /fichas-bibliograficas/introdutores-de-oracoes-infinitivas-o-que-diz-sintaxe-dos-cliticos

Actas do XX Encontro Nacional da Associação Portuguesa de Linguística

Magro, Catarina

Magro, Catarina Lisboa Associação Portuguesa de Linguística 2005 649-664 http://www.clul.ulisboa.pt/files/catarina_magro/Magro_2005.pdf

[Resumen extraído de la introducción del trabajo]

Este trabalho pretende ser uma reflexão sobre a natureza dos elementos introdutores de orações infinitivas tendo por base a observação do comportamento dos clíticos presentes nestas construções. Para o tratamento desta questão, tomo como objecto de estudo as orações infinitivas afirmativas preposicionadas, com infinitivo não-flexionado, cujo verbo se encontre associado a um clítico. Na secção 1, começo por apresentar os dados do PE standard relativos a estas construções, fazendo uma breve referência à literatura sobre o tema; em seguida, descrevo e comento os resultados da pesquisa das mesmas construções num corpus de variedades não-standard do PE. Na secção 2, avanço uma proposta de análise para o tratamento dos aspectos observados. Na secção 3, como conclusão, sistematizo as principais questões identificadas assim como as respostas obtidas.

portugués Language, Morphology and syntax, Sociolinguistics. Dialectology and geolinguistics, Works on specific dialectal/sociolinguistic issues PORTUGAL, BEJA, Serpa, BRAGANÇA, Bragança, CASTELO BRANCO, Idanha-a-Nova, PORTALEGRE, Castelo de Vide, Nisa, VIANA DO CASTELO, Arcos de Valdevez, Caminha, Melgaço Corpus Dialectal para o Estudo da Sintaxe (CORDIAL-SIN), pronombres