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Multidisciplinary bibliography of the Portugal-Spain border

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ID Tipología Título Ruta Journal title Book title Volum title Siglas Autoría Autor normalizado Book editors Volum editors Director Tipo de comunicación (campo indexado) Tipo de audiovisual Fecha (campo indexado) Localidad Editorial Organismo Universidad Frecuencia (campo indexado) Año Año del primer número Año de finalización ISSN/Dep. Legal Volumen Número Páginas Duración (min.) Descripción ISBN DOI (campo indexado) Sitio web (campo indexado) Publicación Sinopsis de contenido Notas Reseñas Lengua (campo indexado) Área geográfica (campo indexado) Palabras clave Fichas bibliográficas relacionadas
181358 Proceedings A Terra Navia-Eo, O Bierzo e As Portelas. Delimitación xeográfica e caracterización lingüística do galego exterior /fichas-bibliograficas/terra-navia-eo-o-bierzo-e-portelas-delimitacion-xeografica-e-caracterizacion

Comunicacións. I Congreso da Lingua e a Cultura galegas en Asturias, León e Zamora

Fernández Rei, Francisco

Fernández Rei, Francisco

García Crego, X. M.

Vigo Clube Cultural Adiante 1992 7-28 gallego ESPAÑA, ZAMORA gallego exterior, Portelas, As
181448 Paper A ti la jaquetona /fichas-bibliograficas/ti-la-jaquetona

La Opinión - El Correo de Zamora

Rodríguez Pascual, Francisco

Rodríguez Pascual, Francisco 1995

Artículo publicado el día 19 de junio de 1995.

español ESPAÑA, ZAMORA vocabulario
179944 Paper A toponímia da Beira Alta /fichas-bibliograficas/toponimia-da-beira-alta

Beira Alta

Fernandes, A. de Almeida

Fernandes, A. de Almeida 1996 55 3-4 219-258 portugués PORTUGAL, GUARDA toponimia
181947 Paper A toponimia de Riós /fichas-bibliograficas/toponimia-de-rios

Raigame

Feijoo Ares, Vicente

Feijoo Ares, Vicente 2007 26 16-33 http://www.ccpxaquinlorenzo.es/index.php?option=com_phocadownload&view=category&download=27%3Araigame-26

[Sinopsis reproducida de BILEGA]

Contén algunhas consideracións xerais arredor da toponimia galega e a aplicación práctica sobre a toponimia do concello de Riós (OU). Trátase dun dos primeiros traballos de campo desenvolvidos dentro do proxecto Toponimia de Galicia (16357). O resultado foron 16 mapas toponímicos a escala 1:5000 onde se situaron un total de 4.200 topónimos. Algúns dos sinalados no artigo son: A Fonte da Perguiza (O Navallo), A Fonte Cagada(A Pena do Souto), A Broia (Castrelos de Cima; Florderrei; San Paio), O Gorgullón (A Pena do Souto), O Gargalón (O Mourisco), A Pingarela(Covelas; Castrelos de Cima), O Forno de Tella (Lamas), O Forno Tilleiro(A Pena do Souto), O Fontilleiro (A Silva), As Rozadas (O Navallo), A Cernadiña (Castrelos de Cima), As Queimadas (Castrelos de Abaixo), As Arroxas (Castrelos de Cima), A Xariña (Progo), A Senra (Progo), A Xara Queimada (Castrelos de Cima), O Liñar (Valfarto), Os Liñares (Fumaces; Cortegada), O Val Trigo (A Pena do Souto), A Trigariza (Progo), As Trigarizas (A Trepa), A Fabaca (Florderrei), Fabais (Covelas), O Cabazal(Riós), O Dentrabún (Fumaces), A Arzá (Marcelín), Os Borraxos (Pedroso), O Punxeiro (Pedroso), A Arganiza (Castrelos de Abaixo), A Hedreira (A Trepa), A Pena Lobeira (Mirós), A Mallada (Marcelín; O Navallo; Castrelos de Abaixo), A Sesta (As Vendas; Cortegada), Os Sestís(San Paio) etc.

gallego ESPAÑA, OURENSE, Riós toponimia
181777 Book A toponímia do concelho de Elvas /fichas-bibliograficas/toponimia-do-concelho-de-elvas

Jesuíno, Rui

Author
Jesuíno, Rui Lisboa Edições Colibri / Câmara Municipal de Elvas 2016 XXXII + 424 978-989-689-573-0

El estudio está construido a modo de tabla en la que se relacionan 2498 topónimos elvenses. De cada uno de ellos se proporciona el nombre y el accidente geográfico al que va referido, la fecha en que se documenta, una explicación de su origen y su localización en la bibliografía consultada.

portugués PORTUGAL, PORTALEGRE, Elvas toponimia
182431 Book A Torre do Relógio e o Castelo de Alfândega da Fé: 1258-1758 /fichas-bibliograficas/torre-do-relogio-e-o-castelo-de-alfandega-da-fe-1258-1758

Costa, Paulo Sousa

Costa, Paulo Jorge Cardoso de Sousa e [Porto] DH Debater a História 2015 343 978-989-98526-1-7 https://www.cm-alfandegadafe.pt/uploads/document/file/4391/A_TORRE_DO_REL_GIO_E_O_CASTELO_DE_ALF_NDEGA_de_Paulo_Sousa_Costa.pdf portugués PORTUGAL, BRAGANÇA, Alfândega da Fé toponimia, guerras y conflictos, arquitectura militar, arquitectura religiosa
178227 Paper A travessia do Rio Douro na peregrinação compostelana /fichas-bibliograficas/travessia-do-rio-douro-na-peregrinacao-compostelana

Brigantia

Cunha, Arlindo de Magalhães Ribeiro da

Cunha, Arlindo de Magalhães Ribeiro da 1999 XIX 1-2 53-69

ÍNDICE: 1. O RIO ANTIGO NÃO SEPARAVA, ANTES UNIA || 2. A DEVOÇÃO JACOBEIA E SUAS MARCAS || 3. NO SEU TRAÇADO PORTUGUÊS, PODEMOS DIVIDIR O RIO DOURO EM TRÊS ZONAS | 1. O Douro internacional | 2. O Douro não navegável (de Barca de Alva à Regua) | 3. O Douro navegável (da Régua a Foz) 

portugués ESPAÑA, SALAMANCA, Lumbrales, Saldeana, Sobradillo, ZAMORA, Fariza, Fermoselle, PORTUGAL, BRAGANÇA, Alfândega da Fé, Bragança, Miranda do Douro, Mogadouro, Moncorvo, Vimioso, GUARDA, Figueira de Castelo Rodrigo, Vila Nova de Foz Côa, VIANA DO CASTELO, Ponte da Barca camino de Santiago, Alto Douro, navegación fluvial, religiosidad popular, supersticiones y creencias populares, carreteras y caminos
182444 Book Chapter A turistificação do Cante Alentejano como estratégia de “desenvolvimento sustentável”: discursos políticos e práticas da cultura /fichas-bibliograficas/turistificacao-do-cante-alentejano-como-estrategia-de-desenvolvimento

Cantar no Alentejo. ​A Terra, o Passado e o Presente

Simões, Dulce

Simões, Maria Dulce Antunes

Pestana, Maria do Rosário; Oliveira, Luísa Tiago de

Estremoz Estremoz Editora 2017 59-88 978-989-98644-6-7

[Resumo proveniente da fonte]

O reconhecimento do Cante Alentejano como Património Cultural Imaterial da Humanidade veio criar um incomensurável campo de possibilidades económicas para entidades públicas e privadas ligadas ao turismo da Região do Alentejo, que exige o questionamento da mercantilização da cultura como estratégia de “desenvolvimento sustentável”. Neste texto, procuro compreender de que forma as pessoas resistem às transformações que lhes são impostas e como as adaptam, a partir de valores e práticas de sociabilidade. Por considerar que as pessoas percepcionam, compreendem e agem sobre os processos de patrimonialização de maneiras diferenciadas, em função das posições sociais que ocupam no lugar de pertença, das características desse lugar, e da posição que este ocupa a nível regional, nacional e transnacional. Esta análise resulta de uma etnografia intensiva e de revisitação da raia do Baixo Alentejo, que entrelaça fontes impressas, fontes Internet, registos audiovisuais e bibliografia, com experiências do terreno e narrativas de pessoas que participam na construção de uma herança cultural significante.

portugués PORTUGAL, BEJA, Barrancos, Moura, Mértola, Serpa cante alentejano, identidad cultural
180282 Book Chapter A ua cautiba por nome Bárbola... /fichas-bibliograficas/ua-cautiba-por-nome-barbola

Pretidão de Amor. Endechas de Camões a Bárbara escrava seguidas da respectiva tradução em várias línguas e antecedidas de um preâmbulo

Sardinha, P.e Manuel

Sardinha, P.e Manuel Lisboa Imprensa Nacional 1893 307-310

[Resumo extraído da fonte]

Versos de Luís de Camões a ua cautiva por nome Bárbola, ou Bárbara, cum quiem el poeta andava n' amores na India.

mirandés PORTUGAL, BRAGANÇA, Miranda do Douro literatura oral, poesía, romances, mirandés, literatura dialectal
181571 Paper À vaca que não tem rabo, abana-a Deus. Designações para a vaca rabela na Galiza /fichas-bibliograficas/vaca-que-nao-tem-rabo-abana-deus-designacoes-para-vaca-rabela-na-galiza

Signum: Estudos da Linguagem

Álvarez Pérez, Xosé Afonso

Álvarez Pérez, Xosé Afonso 2009 12 2 11-34 http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/signum/article/view/4923/4615

[Resumen extraído de la fuente original]

Este artigo apresenta um exemplo de um projecto mais amplo que persegue o estudo dos nomes relacionados com a vaca, um animal de extraordinária importância na cultura galega. Estudam-se diversas formas para designar a vaca sem rabo, desde vários pontos de vista, dando especial atenção à análise geolinguística. Mostra-se a relevância dos dados dialectais, para fazer hipóteses etimológicas e para avaliar os dados tirados de dicionários. Do mesmo modo, o material lexicográfico é muito útil como ajuda para melhorar a nossa compreensão de determinadas formas dialectais e a sua distribuição. Palavras-chave: Vaca; Geografia linguística; Dicionários.

This article presents a sample of a broader project that has as an objective the study of names referring to the cow, an animal of extraordinary importance in the Galician culture. Several forms to designate a cow without tail are studied from several points of view, paying special attention to geolinguistic analysis. The importance of dialectal data is shown in order to make etymological hypotheses and to ponder data taken from dictionaries. In the same way, lexicographical material is very useful as an aid to improve our understanding of certain dialectal forms and their distribution. Key-words: Cow; Linguistic geography; Dictionaries.

ÍNDICE: 1 Material primário utilizado || 2 As designações para a vaca sem rabo | 2.1 Derivados de rabo | 2.2 Construções sobre outra designação para o rabo ou a partir da zona do corpo em que nasce o rabo | 2.3 Referência ao toco, o que resta do rabo amputado | 2.4 Outras respostas || 3 Notas finais || Referências

portugués ESPAÑA, OURENSE, Allariz, Baltar, Bande, Calvos de Randín, Cartelle, Castrelo do Val, Cualedro, Entrimo, Gudiña, A, Lobeira, Lobios, Mezquita, A, Oímbra, Padrenda, Ramirás, Sandiás, Taboadela, Trasmiras, Viana do Bolo, Vilardevós, Vilariño de Conso, Xinzo de Limia, PONTEVEDRA, Arbo, Baiona, Cañiza, A, Covelo, O, Gondomar, Guarda, A, Mondariz, Neves, As, Nigrán, Oia, Ponteareas, Porriño, O, Redondela, Salceda de Caselas, Salvaterra de Miño, Tomiño, Tui, Vigo, ZAMORA, Hermisende, Lubián, Porto de Sanabria gallego, vocabulario, animales, Atlas Lingüístico Galego (ALGa), Portelas, As