Skip to main content

Multidisciplinary bibliography of the Portugal-Spain border

Showing 251 - 260 of 4879
No items
ID Tipología Título Ruta Journal title Book title Volum title Siglas Autoría Autor normalizado Book editors Volum editors Director Tipo de comunicación (campo indexado) Tipo de audiovisual Fecha (campo indexado) Localidad Editorial Organismo Universidad Frecuencia (campo indexado) Año Año del primer número Año de finalización ISSN/Dep. Legal Volumen Número Páginas Duración (min.) Descripción ISBN DOI (campo indexado) Sitio web (campo indexado) Publicación Sinopsis de contenido Notas Reseñas Lengua (campo indexado) Área geográfica (campo indexado) Palabras clave Fichas bibliográficas relacionadas
181623 Dissertation A variação ou ~ oi em Portugal continental /fichas-bibliograficas/variacao-ou-oi-em-portugal-continental

Dias, Ana Paula Veloso Pratas

Dias, Ana Paula Veloso Pratas Cardeira, Esperança Maria da Cruz Marreiros Universidade de Lisboa 2013 213 http://repositorio.ul.pt/handle/10451/10138

[Resumen extraído de la fuente original]

Esta dissertação estuda a variação dos ditongos decrescentes ou e oi em Portugal continental. A motivação teórica baseia-se no texto de Luís Filipe Lindley Cintra: «Os ditongos decrescentes ou e ei: esquema de um estudo sincrónico e diacrónico» (1983: 35-54). Neste texto, Cintra supõe que a área de predominância do ditongo oi em Portugal continental seja a área de passagem de [ow] a [o], e desta forma, o maior uso de oi poderá ser um esforço de “diferenciação vocálica”. A investigação, de natureza fonético-fonológica, visa delimitar as áreas linguísticas onde o ditongo [oj] tem maior uso, embora possa alternar em algumas palavras com o ditongo [ow] ou o monotongo [o] sempre em posição inicial e medial de palavra (cf. ouro ~ oiro; touro ~ toiro), como também determinar os factores linguísticos e extra-linguísticos subjacentes à variação dos ditongos e à predominância de oi em algumas áreas. Revemos os trabalhos, teorias e explicações de diversos autores sobre este tema (Leite de Vasconcelos, Paiva Bóleo, Azevedo Maia, E. B. Williams, entre outros). A orientação metodológica fundamenta-se nos princípios gerais da Geografia Linguística, tendo como material de estudo e apoio os dados do Atlas Linguístico da Península Ibérica; o Atlas Linguarum Europae; e o Atlas Linguístico-Etnográfico de Portugal e da Galiza. A partir destes foi constituído um corpus de 20 palavras integrando os ditongos [ow] e [oj], palavras obtidas a partir das respostas em formato fonético de 503 informantes, em 228 pontos de inquérito distribuídos pelos 18 distritos portugueses. Reunidos os dados fizemos, em primeiro lugar, a descrição linguística do fenómeno e a seguir prosseguimos para a sistematização, cartografagem, análise linguística e análise estatística. Por fim, comparamos os elementos apurados nesta investigação com as observações de Cintra.

This dissertation studies the variation of the falling diphthongs ou and oi in mainland Portugal. The theoretical motivation is based on a text by Luís Filipe Lindley Cintra in which the Author makes a synchronic and diachronic study of the diphthongs: «Os ditongos decrescentes ou e ei: esquema de um estudo sincrónico e diacrónico» (1983: 35-54). Cintra believes the area of predominance of [oj] in mainland Portugal to be the same as the area where [ow] becomes a monophthong [o], thus explaining its use as “vocalic differentiation”. This investigation is of phonetic and phonological nature and it aims to delimit the linguistic areas where the diphthong [oj] has more use, although it can alternate in some words with [ow] or [o] always in the initial and medial position of words (eg.: ouro ~ oiro; touro ~ toiro), as well as to determine the underlying linguistic and extra-linguistic factors of the variation and the predominance of oi in certain areas. We review the works, theories and explanations given on this matter by various authors (Leite de Vasconcelos, Paiva Bóleo, Azevedo Maia, E. B Williams, among others). The methodology is based on the general principles of Linguistic Geography, taking as study and supporting material the data of three linguistic atlases: Linguistic Atlas of the Iberian Peninsula; Atlas of the European Languages; and the Linguistic and Ethnographic Atlas of Portugal and Galicia. We created a corpus of 20 words with diphthongs [ow] and [oj], responses obtained in phonetic format from 503 informants in 228 interview points in the 18 portuguese districts. From the gathered data we made a linguistic description of the phenomenon followed by the systematization, cartography, linguistic analysis and statistical analysis. In the end we compare the elements determined in this dissertation with the observations of Cintra.

Tese de mestrado.

portugués PORTUGAL, BEJA, Barrancos, Mértola, Serpa, BRAGANÇA, Alfândega da Fé, Bragança, Freixo de Espada à Cinta, Macedo de Cavaleiros, Mogadouro, Moncorvo, Vimioso, Vinhais, BRAGA, Vieira do Minho, CASTELO BRANCO, Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Vila Velha de Ródão, FARO, Alcoutim, Castro Marim, Tavira, GUARDA, Almeida, Figueira de Castelo Rodrigo, Pinhel, Sabugal, Vila Nova de Foz Côa, PORTALEGRE, Campo Maior, Fronteira, Monforte, Nisa, Portalegre, VIANA DO CASTELO, Arcos de Valdevez, Caminha, Melgaço, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Valença, Viana do Castelo, VILA REAL, Boticas, Montalegre, Valpaços, ÉVORA, Alandroal, Estremoz, Reguengos de Monsaraz, Vila Viçosa diptongos, Atlas Lingüístico de la Península Ibérica (ALPI), Atlas Linguístico-Etnográfico de Portugal e da Galiza (ALEPG)
181622 Paper A variação ou ~ oi em Portugal continental: delimitação das áreas geográficas com maior incidência do ditongo oi. The variation ou ~ oi in mainland Portugal: delimitation of the geographical areas of predominance of the diphthong oi /fichas-bibliograficas/variacao-ou-oi-em-portugal-continental-delimitacao-das-areas-geograficas-com

Diacrítica

Dias, Ana Paula Veloso Pratas

Dias, Ana Paula Veloso Pratas 2014 28 1 51-72 http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0807-89672014000100003

[Resumen extraído de la fuente original]

Este trabalho estuda a variação dos ditongos decrescentes ou e oi em Portugal continental. Parte de uma hipótese levantada por Luís Filipe Lindley Cintra: o ditongo oi predomina em áreas ameaçadas pela monotongação. Tendo como recursos o Atlas Linguístico da Península Ibérica, o Atlas Linguarum Europae e o Atlas Linguístico-Etnográfico de Portugal e da Galiza, formei um corpus de 26 palavras em que ocorrem os ditongos [ow] e [oj] em posição inicial e medial de palavra, a partir das respostas em formato fonético de 503 informantes em 228 pontos de inquérito. Apresento neste artigo as distribuições geográficas de [ow], [oj] e [o] em todo o território português continental com delimitação das áreas de maior uso de [oj] e mostro que existe uma correlação entre o ditongo [oj] e o monotongo [o]. Palavras chave: ditongos ou e oi; variação; monotongação.

This work studies the variation of the falling diphthongs ou and oi in mainlan Portugal. It is based upon a hypothesis launched by Luís Filipe Lindley Cintra: the diphthong oi is more predominant in areas under the threat of monothongation. The data used come from three linguistic atlases: Linguistic Atlas of the Iberian Peninsula; Atlas of the European Languages; and the Linguistic and Ethnographic Atlas of Portugal and Galicia. I created a corpus of 26 words with diphthongs [ow] and [oj] responses obtained in phonetic format from 503 informants in 228 interview points in the 18 portuguese districts. I present the geographical distributions of [ow], [oj] and [o], the delimitation of areas of predominance of [oj] and show there is a correlation between [oj] and [o]. Keywords: diphthongs ou and oi; variation; monothongation.

portugués PORTUGAL, BEJA, Barrancos, Mértola, Serpa, BRAGANÇA, Alfândega da Fé, Bragança, Freixo de Espada à Cinta, Macedo de Cavaleiros, Mogadouro, Moncorvo, Vimioso, Vinhais, BRAGA, Vieira do Minho, CASTELO BRANCO, Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Vila Velha de Ródão, FARO, Alcoutim, Castro Marim, Tavira, GUARDA, Almeida, Figueira de Castelo Rodrigo, Pinhel, Sabugal, Vila Nova de Foz Côa, PORTALEGRE, Campo Maior, Fronteira, Monforte, Nisa, Portalegre, VIANA DO CASTELO, Arcos de Valdevez, Caminha, Melgaço, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Valença, Viana do Castelo, VILA REAL, Boticas, Montalegre, Valpaços, ÉVORA, Alandroal, Estremoz, Reguengos de Monsaraz, Vila Viçosa diptongos, Atlas Lingüístico de la Península Ibérica (ALPI), Atlas Linguístico-Etnográfico de Portugal e da Galiza (ALEPG)
180112 Dissertation A vida do povo mirandês através do seu vocabulário /fichas-bibliograficas/vida-do-povo-mirandes-atraves-do-seu-vocabulario

Moreira, M. da Conceição Azevedo

Moreira, Maria da Conceição Azevedo Universidade de Coimbra 1962 1962

Dissertação de licenciatura inédita.

portugués PORTUGAL, BRAGANÇA, Miranda do Douro mirandés, vocabulario
179009 Book A vida rural do Alentejo: breve estudo léxico-etnográfico /fichas-bibliograficas/vida-rural-do-alentejo-breve-estudo-lexico-etnografico

Gonçalves, Luís da Cunha

Gonçalves, Luís da Cunha Coimbra Imprensa da Universidade 1922 61

Separata do Boletim da Classe de Letras, XV.

portugués PORTUGAL, BEJA, PORTALEGRE, ÉVORA dialectos alentejanos, vocabulario
182504 Proceedings A vila de Vinhais: da sua fundação e amuralhamento /fichas-bibliograficas/vila-de-vinhais-da-sua-fundacao-e-amuralhamento

Da idade média à contemporaneidade: ambientes e musealização. III Congresso de Arqueologia Trás-os-Montes, Alto Douro e Beira Interior. Actas das sessões

Redentor, Armando

Redentor, Armando

Lima, Alexandra Cerveira; Santos, André Tomás; Baptista, António Martinho; Coixão, António Sá; Luís, Luís

Freixo de Numão Associação Cultural Desportiva e Recreativa de Freixo de Numão 2008 22-30 978-972-99799-3-4 https://www.academia.edu/481664

[Resumo proveniente da fonte]

Da fortificação da vila de Vinhais já pouco resta, se nos reportarmos exclusivamente às estruturas visíveis e com alguma independência relativamente à malha edificada que a ela se sobrepôs. O recurso à documentação gráfica e escrita, bem como à Arqueologia, torna-se, na actualidade, totalmente incontornável no processo de reconstituição de parte significativa dos traçados e da arquitectura desta fortaleza, tal como é indispensável para a construção da sua história. Deste modo, é recorrendo à via documental que apresentamos uma abordagem preliminar da questão.

portugués PORTUGAL, BRAGANÇA, Vinhais arquitectura militar
180088 Paper A vitalidade de línguas minoritárias e atitudes linguísticas: o caso do mirandês /fichas-bibliograficas/vitalidade-de-linguas-minoritarias-e-atitudes-linguisticas-o-caso-do-mirandes

Lletres Asturianes

Martins, Cristina

Martins, Cristina dos Santos Pereira 1997 62 7-42 http://www.academiadelallingua.com/lletresasturianes/pdf/Art%C3%ADculu%201-Cristina%20Martins-A%20vitalidade%20de%20l%C3%ADnguas%20minorit%C3%A1rias%20e%20atitudes%20lingu%C3%ADsticas.%20o%20caso%20do%20mirand%C3%AAs.pdf portugués PORTUGAL, BRAGANÇA, Miranda do Douro mirandés, vitalidad lingüística, corpus documental
181598 Proceedings A vogal u, os dialectos do Centro-Sul português e a dialectologia acústica /fichas-bibliograficas/vogal-u-os-dialectos-do-centro-sul-portugues-e-dialectologia-acustica

XXIX Encontro Nacional da Associação Portuguesa de Linguística. Textos Selecionados

Brissos, Fernando

Brissos, Fernando Jorge Costa Communication Porto Associação Portuguesa de Linguística 2014 85-102 978-989-97440-3-5 http://www.apl.org.pt/docs/29-textos%20selecionados/12_BRISSOS.pdf

[Resumen extraído de la fuente original]

This paper presents new information on the vowel u in Portuguese central-southern dialects, which can be defined, from a dialectal point of view, as the area's most important vowel. The data come from AVOC - Atlas Acústico do Vocalismo Tónico Português = Acoustic Atlas of Portuguese Stressed Vowels. This new information demands that traditional ideas on the above-mentioned vowel be revised. This fact has decisive consequences on the classification of Portuguese central-southern dialects, and is taken as a paradigmatic case of the need of a new methodological approach to the study of Portuguese dialects. Keywords / Palavras-chave: acoustic dialectology, Portuguese central-southern dialects, stressed vowels, vowel u / dialectologia acústica, dialectos portugueses do Centro-Sul, vocalismo tónico, vogal u.

ÍNDICE: 1. Introdução: a vogal u nos dialectos portugueses ― visão tradicional | 2. Os dados do AVOC | 3. Conclusões | Referências

portugués PORTUGAL, BEJA, Mértola, FARO, Tavira, PORTALEGRE, Fronteira, Nisa, ÉVORA, Reguengos de Monsaraz vocalismo tónico, fonética acústica, Atlas Acústico do Vocalismo Tónico Português (AVOC), Atlas Linguístico-Etnográfico de Portugal e da Galiza (ALEPG), Alpalhão, Cabeço de Vide, Carrapatelo, Quintos, Mesquita, Santa Luzia
181968 Paper A vueltas con la identidad lingüística de Andalucía /fichas-bibliograficas/vueltas-con-la-identidad-linguistica-de-andalucia

Boletín de la Real Academia Sevillana de Buenas Letras

Narbona Jiménez, Antonio

Narbona Jiménez, Antonio 2008 36 109-121 https://idus.us.es/xmlui/handle/11441/14726 español ESPAÑA, HUELVA hablas andaluzas, conciencia/identidad lingüística
178759 Proceedings A vueltas con la influencia del extremeño en El Jarama y Alfanhuí /fichas-bibliograficas/vueltas-con-la-influencia-del-extremeno-en-el-jarama-y-alfanhui

Octavo Congreso de Estudios Extremeños. Libro de Actas

López Ruano, Raquel

López Ruano, Raquel Evangelina

Hermoso Ruiz, Faustino

Badajoz Diputación Provincial de Badajoz 2007 2176-2193 978-84-690-7115-1 http://biblioteca.unex.es/tesis/LibroActasVIIICongresoEstuExtrem.pdf

[Resumen extraído de la fuente original]

Tanto El Jarama como Alfanhui, las dos obras que catapultaron a Sánchez Ferlosio como uno de los escritores más importantes de la narrativa de los 50, encierran en sus páginas palabras, expresiones y giros propios de la modalidad hablada del extremeño en la zona de Coria. En El Jarama, dadas su extensión y la importancia del diálogo, el muestrario es muy amplio: fusca, sostribarse, coguta... En Alfanhui, en cambio, los ejemplos son escasos, pero no faltan algunas palabras propias de esta zona y de las que más adelante nos ocuparemos. Al aplicar las características de un dialecto a una obra literaria, surgen graves dificultades que afectan principalmente a la fonética, sobre todo si el autor no ha pretendido reproducir transcripciones fonéticas. Como este es el caso de Sánchez Ferlosio, obviaremos la fonética para centrarnos exclusivamente en el léxico y en algún rasgo morfológico relevante. Tres son las características léxicas más notables del extremeño hablado en esta zona, que, además, persisten en la actualidad: 1.-La presencia de leonesismos (por repoblaciones de habitantes procedentes de esta zona y por la cultura común de la Transhumancia) 2.- Aparición de lusismos, por una cuestión de adstrato, dada la cercanía con Portugal y el intercambio comercial. 3.- La pervivencia de numerosos arcaísmos, que dicho sea de paso, es un rasgo dialectal propio del extremeño, oficialmente reconocido en cualquier manual de Dialectología.

español ESPAÑA, CÁCERES, Coria hablas extremeñas, vocabulario, leonesismos, portuguesismos, arcaísmos, lengua literaria
179815 Paper A zarramúas cun a fala /fichas-bibliograficas/zarramuas-cun-fala

Anduriña

López Fernández, F. Severino

López Fernández, F. Severino 1998 III 36 https://issuu.com/bibliotecavirtualextremena/docs/andurina7 fala ESPAÑA, CÁCERES, Eljas, San Martín de Trevejo, Valverde del Fresno fala de Xálima, dialectalismos