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178173 |
Paper |
A rede viária transmontana no século XVIII |
/fichas-bibliograficas/rede-viaria-transmontana-no-seculo-xviii |
Brigantia
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Baptista, Maria Isabel Alves
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Baptista, Maria Isabel |
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1992 |
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0870-8339 |
XII |
2 |
111-124 |
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[Resumo extraido da fonte]
As vias de comunicação são factores decisivos na arrancada do progresso de uma região. Conforme elas abundam os escasseiam, assim podemos dizer que há um avanço ou un retrocesso na vida de um povo. Por isso, é vulgar dizer-se que enquanto não rivermos entradas, caminhos de ferro e carreiras aéreas modernizadas, o nosso País continuará, ainda, por muito tempo, filho bastardo da Europa desenvolvida, da qual andou sempre distanciado, quando a hora era de inovação e progresso. Autores portugueses e estraneiros, quando abordam o tema transportes e vidas de comunicação no século XVIII, apelidam a sua rede de deficiente e deplorável, mas sobre o tema não conhecemoz um estudo completo e profundo. Pierre Chaunu, na sua obra "A Europa das Luzes", apresenta um mapa, onde se pode analsar a rede de caminhos de Fraá e da Península Ibérica, indicando para Portugal apenas a estrada Madrid-Lisboa e Porto-Coimbra. Fciamos assim com a impressão de que o resto do País era o incomunicável, o isolamento, o que não é verdade. Portugal tinha já uma rede de caminhos capaz de pôr em comunicação o interior com o litoral e ligar qualquer ponto do País aos principais centros de então (Lisboa, Porto e Coimbra). Esta rede de caminhos era completada por troços de uma rede fluvial, dado que alguns rios eran navegáveis em parte do seu percurso, com barcas de passagem, onde as pontes não existiam.
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portugués |
ESPAÑA, ZAMORA, Puebla de Sanabria, PORTUGAL, BRAGANÇA, Bragança, Freixo de Espada à Cinta, Miranda do Douro, Mogadouro, Moncorvo, Vimioso, BRAGA, Vila Verde, PORTALEGRE, Marvão, VILA REAL, Chaves, Valpaços |
carreteras y caminos, navegación fluvia, Trás-os-Montes, siglo XVIII, fuentes documentales y archivos |
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182327 |
Dissertation |
A reforma agrária em Idanha-a-Nova |
/fichas-bibliograficas/reforma-agraria-em-idanha-nova |
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Diogo, Cláudia
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Diogo, Cláudia |
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Luísa Tiago de Oliveira |
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ISCTE-IUL |
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2010 |
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66 |
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http://hdl.handle.net/10071/3254 |
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[Resumo proveniente da fonte]
A Reforma Agrária em Portugal surge num contexto revolucionário, fruto da Revolução de 25 de Abril de 1974. Os trabalhadores ocupam as grandes propriedades do sul do país e formam novas unidades de produção, baseado num sistema de gestão colectiva. O estudo presente de investigação histórica analisa o caso de um concelho da Beira Baixa, a norte da ZIRA (Zona de Intervenção de Reforma Agrária), Idanha-a-Nova. A questão da terra em Idanha-a-Nova sempre provocou dissidências entre os mais ricos e os mais pobres num espaço onde a questão do colectivismo / individualismo agrário se colocou com força. Este concelho, marcado ao longo do século XX pelas más condições de vida e de trabalho, continha uma elevada massa de trabalhadores temporários atormentados pela sazonalidade, pela fome e pela repressão dos grandes proprietários. A Reforma Agrária veio a dar aos habitantes dos campos de Idanha-a-Nova a esperança de melhores condições de vida e de trabalho. No presente estudo, apresentamos as ocupações, analisamos as novas unidades de produção e acompanhamo-las até ao seu declínio a partir dos anos 80. Palavras-chave: Reforma Agrária, Idanha-a-Nova; Cooperativa Agrícola de Produção; Unidade Colectiva de Produção, Revolução dos Cravos.
Agrarian Reform in Portugal arises in a revolutionary context, being a result of the Carnation Revolution in 25 of April, 1974. Workers occupied the large properties of the south and formed new production units, based on a system of collective management. The present historical research will analize the case of Beira Baixa, in the north of ZIRA (Zone of Intervention for Agrarian Reform), Idanha-a-Nova. The land issue in Idanha-a-Nova always provoked disagreements between the richest and the poorest, who lived in an area where agrarian collectivism and individualism stood strong. This county was marked in the twentieth century by poor living and working conditions, and had a high mass of temporary workers plagued by seasonal working conditions, famine and repression by large landowners. The Agrarian Reform gave hope of better working and living conditions to the inhabitants of the fields of Idanha-a-Nova. In this study, we present occupations, analyze the new production units and follow their development until its decline in the 80's. Keywords: Land Reform, Idanha-a-Nova; Collective Management; Carnation Revolution.
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Tese submetida como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre em Museologia: Conteúdos Expositivos.
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portugués |
PORTUGAL, CASTELO BRANCO, Idanha-a-Nova |
propiedad de la tierra, reforma agraria |
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178089 |
Book |
A região fronteiriça de Trás-os-Montes. Diagnóstico e estratégia de desenvolvimento |
/fichas-bibliograficas/regiao-fronteirica-de-tras-os-montes-diagnostico-e-estrategia-de |
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Simões, J. M.; Portela, J.; Cepeda, F (coords.)
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,
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Simões, José Manuel , Portela, José, Cepeda, Francisco |
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Zamora |
Fundación Rei Afonso Henriques |
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1996 |
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371 |
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84-605-5484-8 |
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ÍNDICE: I. INTRODUÇÃO ││││ 1. Nota de apresentação ││ 1.1. Âmbito e conteúdo do estudo ││ 1.2. Objectivos gerais ││ 1.3. Conteúdo │││ 2. Problemas estruturais e potencial desenvolvimento │││ 3. As intervenções para o desenvolvimento ││ 3.1. As grandes intervenções no sector agrário: o PDRITM e o PEDAP ││ 3.2. O investimento ao abrigo do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) │││ 4. Cenários de evolução ││││ II. DIAGNÓSTICO │││ 1. Sistema territorial ││ 1.1. Povoamento ││ 1.2. Rede urbana │ 1.2.1. Carácter periférico no contexto ibérico │ 1.2.2. Eixos hierarquizadores │ 1.2.3. Reforço dos eixos ││ 1.3. Estrangulamentos e potencialidades │││ 2. População e emprego ││ 2.1. Dinâmica demográfica │ 2.1.0. A região no contexto demográfico português │ 2.1.1. Evolução e distribução da população │ 2.1.2. Evolução das estruturas demográficas │ 2.1.3. Evolução dos comportamentos demográficos │ 2.1.4. Migrações ││ 2.2. Perspectivas demográficas │ 2.2.0. Introdução e metodología │ 2.2.1. Evoluão da população entre 1970 e 1981 │ 2.2.2. Projecções demográficas ││ 2.3. Estrutura da população activa: o predomínio do sector primário ││ 2.4. Perfil socio-económico do emigrante regressado │ 2.4.1. Introdução │ 2.4.2. Inquérito aos emigrantes regressados │ 2.4.3. Perfil do emigrante regressado │││ 3. Actividades económicas ││ 3.0. Dos recursos minerais ││ 3.0.1. A geologia │ 3.0.2. Os recursos minerais metálicos e não metálicos │3.0.3. As águas minerais │ 3.0.4. A energia geotérmica ││ 3.1. Agricultura, pecuária e silvicultura │ 3.1.1. Uma região com grande heterogeneidade geográfica │ 3.1.2. A estrutura fundiária regional │ 3.1.3. Grande diversidade de culturas agrícolas │ 3.1.4. A expansão do sector pecuário │ 3.1.5. Floresta: um sector com os grandes potencialidades │ 3.1.6. O sector vegeral é o que mais contribui para o procuto agrícola bruto │ 3.1.7. Estrangulamentos e potencialidades │ 3.1.8. As estruturas de enquadramento do sector agrário ││ 3.2. Indústria e construção civil │ 3.2.1. Indústria extractiva │ 3.2.2. Indústria transformadora │ 3.2.3. A construção civil ││ 3.3. Comércio e serviços │ 3.3.0. Crescimento no emprego, mas reduzida dinâmica no valor acrescentado │ 3.3.1. Comércio │ 3.3.2. Serviços │ 3.3.3. Principais estrangulamentos e potencialidades ││ 3.4. Turismo │3.4.1. Motivações turísticas diversas ao longo dos tempos │ 3.4.2. Equipamentos e clientelas │ 3.4.3. Principais estrangulamentos e potencialidades │││ 4. Infra-estrututras e equipamentos ││ 4.1. Redes de energia eléctrica e de saneamento básico │ 4.1.0. Nota prévia │4.1.1. A cobertura das redes de energia elétrica │ 4.1.2. A cobertura das redes de saneamento básico │ 4.1.3. Principais estrangulamentos e potencialidades ││ 4.2. Accesibilidades, transportes e comunicações │ 4.2.1. A rede rodoviária: accesibilidade e tráfego │ 4.2.2. A rede de caminhos de ferro e o transporte ferroviário │ 4.2.3. A navegabilidade do Douro e o transporte fluvial │ 4.2.4. Transporte aéreo │ 4.2.5. Accesibilidade em termos postais e de telecomunicações ││4.3. Equipamentos sociais e formação │ 4.3.1. Equipamentos ded ensino e formação │ 4.3.2. Equipamentos de saúde │ 4.3.3. Equipamentos de segurança social │ 4.3.4. Equipamentos de desporto │ 4.3.5. Os equipamentos de cultura e acção cultural ││││ III. ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO │││ 5. Estratégia de desenvolvimento ││5.1. Uma ideia de desenvolvimento │ 5.1.1. A articulação do sistema territorial │ 5.1.2. A oportunidade e a importância do fortalecimento das relações e da cooperação transfronteiriça ││ 5.2. Os principais objectivos ││ 5.3. Eixos estratégicos de intervenção ││ 5.4. Domínios estratégicos e linhas gerais de orientação │ 5.4.1. Accesibilidades, transportes e comunicações │ 5.4.2. Ensino e formação profissional │ 5.4.3. Ambiente e recursos naturais │ 5.4.4. Agricultura, pecuária e silvicultura │ 5.4.5. Indústria transformadora │ 5.4.6. Comércio e serviços │5.4.7. Turismo │ 5.4.8. Redes domiciliárias │ 5.4.9. Equipamentos sociais e culturais ││ 5.5. Contribução das medidas para a realização dos objectivos ││││ IV. PROGRAMA DE INTERVENÇÃO
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portugués |
PORTUGAL, BRAGANÇA |
organización territorial, condiciones sociales, desarrollo regional y local, demografía, agricultura, caza y pesca, comercio, carreteras y caminos, navegación fluvial, sistema educativo, sector industrial |
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182906 |
Paper |
A religião de Lusitanos e Calaicos |
/fichas-bibliograficas/religiao-de-lusitanos-e-calaicos |
Conimbriga. Revista de Arqueologia
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Alarcão, Jorge de
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Alarcão, Jorge de |
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2009 |
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0084-9189 |
XLVIII |
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81-121 |
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http://dx.doi.org/10.14195/1647-8657_48_3 |
http://hdl.handle.net/10316.2/37821 |
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[Resumo proveniente da fonte]
Lusitani e Callaeci eram duas etnias proto-históricas do Noroeste peninsular, aparentadas mas com consciência também das suas diferenças. Tinham, como divindades comuns, Bandue/Bandi, Reve e Nabia. Como divindades específicas, os Lusitani adoravam Arentius e Arentia, Quangeius e Trebarune. Os Callaeci, por seu turno, tinham, como divindades próprias, Cossue/Coso e Crougiai. O autor tenta definir as funções destas divindades. Os numerosos outros teónimos que se conhecem através de inscrições votivas corresponderão a simples genii loci.
Lusitani et Callaeci étaient deux ethnies proto-historiques du nordouest de la Péninsule Ibérique avec beaucoup de traits communs. Les dieux Bandue/Bandi, Reve et Nabia étaient communs aux deux ethnies. Les Lusitani avaient comme dieux spécifiques, Arentius et Arentia, Quangeius et Trebarune, tandis que Cossue/Coso et Crougiai étaient propres aux Callaeci. L´auteur se propose de discuter les fonctions de ces divinités. Les nombreux autres théonymes connus par des inscriptions votives correspondraient à des simples genii loci.
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portugués |
ESPAÑA, PORTUGAL |
lusitanos, galaicos |
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178418 |
Paper |
A remota zoolatria e a lápide do Castro de Sta. Luzia (Freixo de Espada-à-Cinta) |
/fichas-bibliograficas/remota-zoolatria-e-lapide-do-castro-de-sta-luzia-freixo-de-espada-cinta |
Trabalhos de Antropologia e Etnologia
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Santos Júnior, J. R. dos
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Santos Júnior, Joaquim Rodrigues dos |
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1983 |
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0871-8121 |
XXIV |
3 |
525-531 |
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https://ojs.letras.up.pt/index.php/tae/article/view/9061 |
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[Resumo extraído da fonte]
É grande o número de estátuas de vários animais, sobretudo porcos e touros mas também javalis e, pelo menos, 1 bode e 1 urso, encontrados no norte de Portugal que tive ensejo de estudar e que, em grande parte estão no Museo de Bragança. Alguns foram descobertos em castros transmontanos, os outros pelo que reza a tradição, é de supor admitir serem também proveniente de castro. No trabalho Mais três berrões proto-históricos de Freixo de Espada-à-Cinta, cit. nas págs. 119-120 indico o número de berrões achados no Nordeste do nosso país que era de 58. Juntando o berrão de Baião, os dois de Sabroso, o de Paderne e o de Paredes da Beira, o número no norte de Portugal sobe para 63. Dado este grande número de berrões do Nordeste de Portugal e em especial de Trás-os-Montes, é lícito considerar que, na região desta nossa actual província, houve um importante núcleo de florescimento espiritual do culto zoolático.
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portugués |
PORTUGAL, BRAGANÇA, Freixo de Espada à Cinta |
antiguos poblamientos, arqueozoología, escultura, supersticiones y creencias populares, epigrafía y otras inscripciones |
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182289 |
Paper |
A representação do Concelho de Caminha junto do poder central em meados do século XV |
/fichas-bibliograficas/representacao-do-concelho-de-caminha-junto-do-poder-central-em-meados-do |
Revista da Faculdade de Letras. História
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Moreno, Humberto Baquero
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Moreno, Humberto Baquero |
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1989 |
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0871-164X |
VI |
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95-104 |
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https://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/2139.pdf |
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portugués |
PORTUGAL, VIANA DO CASTELO, Caminha |
corpus documental |
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182468 |
Paper |
A República e a Monarquia em confronto: a Guerra Civil portuguesa na raia galega (1911- 1912) = The Republic and the Monarchy in confrontation: the Portuguese Civil War on the Galician border (1911-1912) |
/fichas-bibliograficas/republica-e-monarquia-em-confronto-guerra-civil-portuguesa-na-raia-galega |
Revista de Historiografía (RevHisto)
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Moreira, Luís Miguel
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Moreira, Luís Miguel Alves de Bessa |
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2019 |
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2445-0057 |
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30 |
97-118 |
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https://doi.org/10.20318/revhisto.2019.4745 |
https://e-revistas.uc3m.es/index.php/REVHISTO/article/view/4745 |
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[Resumen extraído de la fuente original]
La progresiva radicalización ideológica del régimen republicano, instaurado en Portugal en octubre de 1910, provocó una oposición conservadora y monárquica que se organizó en el exilio, sobre todo en el sur de Galicia. Entre octubre de 1911 y junio de 1912, estacionados en varios pueblos y villas gallegas en la raya con Portugal, los monárquicos hicieron dos incursiones en territorio portugués —el primero en Vinhais y el segundo en Chaves— con el fin de fomentar la rebelión contra régimen instaurado. Sin embargo, las tropas republicanas, más numerosas y mejor equipadas, vencieron todos los combates. En la época, este episodio de guerra civil mereció amplia cobertura periodística, particularmente por la prensa afecta al régimen republicano. Los mapas y las fotografías de la frontera fueron ampliamente utilizados para localizar e ilustrar los acontecimientos. En este texto, pretendemos reconstituir estos movimientos, proponiendo una lectura geográfico-histórica de la raya luso-gallega, en el contexto de este episodio. Palabras clave: República portuguesa, incursiones monárquicas, raya galaico-portuguesa, cartografía propaganda.
The ideological radicalisation of the republican regime, established in Portugal in October 1910, gave rise to the forming of a conservative and monarchical opposition in exile, in the south of the Spanish historic region of Galicia. Between October 1911 and June 1912, from several Galician villages not far from the Portuguese border, the monarchists made two incursions into the north of the country - the first to Vinhais and the second to Chaves - with the aim of fuelling popular uprisings and a military rebellion against the new regime. However, the Republican troops, more numerous and better equipped, won all the battles. At the time, this episode of civil war received extensive journalistic coverage particularly from the newspapers close to the republican regime. Maps and photographs of the border were widely used to locate and illustrate the events. From the historic-geographical perspective of the Portuguese-Galician border, this paper reconstitutes these movements in the broader historical context. Key words: Portuguese Republic, monarchical incursions, Portuguese-Galician border, propaganda maps.
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portugués |
ESPAÑA, OURENSE, PONTEVEDRA, PORTUGAL |
frontera gallego-portuguesa, guerras y conflictos |
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181931 |
Proceedings |
A respecto del hidrónimo ourensano Arnoia |
/fichas-bibliograficas/respecto-del-hidronimo-ourensano-arnoia |
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Actas do XX Congreso Internacional de Ciencias Onomásticas (Santiago de Compostela, 20-25 de setembro de 1999)
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Moreira, Domingos A.
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Moreira, Domingos A. |
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Boullón Agrelo, Ana Isabel
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[A Coruña] |
Fundación «Pedro Barrié de la Maza» |
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2000 |
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325-328 |
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CD-ROM
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[Sinopsis reproducida de BILEGA]
Retoma un estudo anterior titulado "Estudo onomástico sobre alguns rios a norte e sul de Douro" para observar a presenza da raíz ARN- como constituínte de hidrónimos no Oriente Medio e Europa. Neste sentido, é destacable a documentación das diferentes formas galegas nas que se rexistra o río Arnoia: Arnogie (a. 986) e Arnoiam (a. 1223). Salienta a do portugués Arnoia e a do francés Arnoye, que recorda, segundo o autor, "por su raro sufijo, el orónimo Aloia cerca de la ciudad de Tui" (p. 325), escrito Alogia en 1116 e Aloye en 1228. A raíz está presente nos hidrónimos de ámbito hispánico Arnos, Arnela, Arnego (documentado como Arnegum flumen na Idade Media), Arnal, Arneiro, Arnea e Arnauri. Plinio fala de Arnus, que segundo algúns autores é identificable co río Tordera en Cataluña.
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español |
ESPAÑA, OURENSE, Arnoia, A |
hidronimia |
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178152 |
Paper |
A restauração de 1640 no distrito de Bragança |
/fichas-bibliograficas/restauracao-de-1640-no-distrito-de-braganca |
Anais da Academia de História
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Alves, Francisco Manuel
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Alves, Francisco Manuel |
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1940 |
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III |
348 |
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portugués |
ESPAÑA, BADAJOZ, Badajoz, ZAMORA, Alcañices, Hermisende, PORTUGAL, BRAGANÇA, Bragança, Freixo de Espada à Cinta, Miranda do Douro, Moncorvo, Vimioso, Vinhais, PORTALEGRE, Elvas, VILA REAL, Chaves |
guerras y conflictos, Guerra de Restauración, fuentes documentales y archivos, paleografía, corpus documental |
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182550 |
Proceedings |
A Revolução de Tavira em 1826 |
/fichas-bibliograficas/revolucao-de-tavira-em-1826 |
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IV Jornadas de História de Tavira: Actas
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Mesquita, José Carlos Vilhena
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Mesquita, José Carlos Vilhena |
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Tavira |
Câmara Municipal de Tavira / Clube de Tavira |
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2003 |
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209-219 |
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Depósito Legal: PT 200752/03 |
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http://hdl.handle.net/10400.1/4512 |
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portugués |
PORTUGAL, FARO, Tavira |
guerras y conflictos |
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