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181580 |
Tese |
Etnobotânica de Rio de Onor: uma aldeia transmontana |
/fichas-bibliograficas/etnobotanica-de-rio-de-onor-uma-aldeia-transmontana |
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Ferreira, Paulo Jorge Fabião
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Ferreira, Paulo Jorge Fabião |
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Carvalho, Ana Maria Pinto |
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Universidade dos Açores |
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2010 |
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165 |
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http://repositorio.uac.pt/handle/10400.3/1528 |
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[Resumen extraído de la fuente original]
O trabalho de investigação conducente à elaboração desta tese de Mestrado decorreu durante cerca de cinco anos, repartido em três fases principais: a) Realização do trabalho de campo; b) Análise, interpretação e tratamento da informação obtida; c) Redacção da tese.
No capítulo I são abordadas as etapas, através das quais foi estruturado e concebido este estudo de natureza etnobotânica, tais como: apresentação do tema de estudo, enquadramento teórico, justificação do tema, objectivos, hipóteses e questões de investigação, e a estrutura do trabalho.
No capítulo II pretende-se efectuar a caracterização física e humana do Parque e da aldeia de Rio de Onor, com o intuito de percepcionar como determinadas condicionantes físicas ditaram a forma de ocupação do território e o aproveitamento dos recursos naturais disponibilizados pelo meio, como determinadas comunidades vegetais. De acordo com Aguiar & Rodrigues (2002) a acção humana interfere na dinâmica das comunidades vegetais, compartimenta a paisagem, desenha formas, introduz elementos novos, no limite, altera mais ou menos ou profundamente algumas componentes do meio.
O capítulo III corresponde à metodologia adoptada e como se explicará mais adiante, o recurso à entrevista foi o instrumento mais adequado, abrangente e eficaz na recolha da informação etnobotânica. Durante os anos de 2005 e 2006 efectuaram-se entrevistas aos residentes, identificando e seguindo o dia-a-dia do povoado e as tarefas relacionadas com o mundo vegetal.
O capítulo IV é dedicado à etnobotânica de Rio de Onor, através da elaboração de um catálogo de etnoflora, onde se descreve toda a informação recolhida sobre as espécies, usos, tradições e sabedoria popular. Organizaram-se listagens por ordem alfabética das famílias botânicas, entre outras, a fim de elaborar a listagem final de categorização de usos das principais espécies utilizadas. Também se procede a uma análise e discussão dos resultados na sequência da elaboração desse catálogo, referido no ponto anterior. Esta análise e discussão foi efectuada com base em vários instrumentos e procedimentos: cálculo de índices relacionais e comparativos; reunião de dados quantitativos e qualitativos e a sua leitura através de gráficos e tabelas; avaliação das espécies quanto aos seus usos e frequência de citação; comentário dos usos tradicionais ainda vigentes; situação actual desta sabedoria popular; explicação da repartição do conhecimento botânico por faixas etárias.
A conservação do conhecimento etnobotânico constitui o capítulo V. Os usos tradicionais de plantas nos centros rurais foram outrora uma prática comum. Neste capítulo serão abordadas e perspectivadas várias questões relativas a possíveis aplicações práticas, que poderão ser levadas a cabo no futuro, como complemento às actividades agrícolas e valorização dos recursos naturais, na dinamização desta comunidade rural. Por último, segue-se a síntese das principais conclusões, a lista final de espécies, a bibliografia e os anexos deste estudo etnobotânico.
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Dissertação de Mestrado em Gestão e Conservação da Natureza.
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portugués |
Língua, Sociolinguística. Dialetologia e geolinguística, Léxico dialetal, Mundo físico, Biologia. Meio ambiente, Pensamento e mundo cultural, Antropologia e etnologia, Medicina popular |
PORTUGAL, BRAGANÇA, Bragança |
Rio de Onor, vegetación |
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177955 |
Tese |
Etnobotánica del Parque Natural de Montesinho. Plantas, tradición y saber popular en un territorio del Nordeste de Portugal |
/fichas-bibliograficas/etnobotanica-del-parque-natural-de-montesinho-plantas-tradicion-y-saber |
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Carvalho, Ana Maria Pinto
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Carvalho, Ana María Pinto |
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Ramón Morales Valverde; Manuel Pardo de Santayana |
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Universidad Autónoma de Madrid |
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2005 |
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2005 |
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456 |
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http://hdl.handle.net/10486/673001 |
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[Resumen extraído de Teseo. Base de datos de tesis doctorales]
El Parque natural de Montesinho es un espacio natural protegido en el nordeste de Portugal, colidante con las provincias españolas de Orense y Zamora, donde durante cerca de cuatro años se han llevado a cabo entrevistas semiestructuradas a casi un centenar de informantes, mayoritariamente mujeres, que viven en treinta de los pueblos de ese territorio, con el objetivo de recopilar, describir y analizar el saber etnobotánico. Los datos han sido organizados en un catálogo etnobotánico que presenta 364 especies de plantas vasculares, de las cuales el 55% son silvestres, 20 hongos y liquenes, a que corresponden 1542 aplicaciones distintas de 848 usos organizados en 10 categorías principales y además de 626 nombres vulgares. Se ha registrado un elevado nivel de consenso entre informantes (0, 93), pese a que muchos de los usos ya no sigan vigentes. Varias muestras de plantas secas y pliegos testigos se encuentran depositados en el herbario de la Escuela Superior Agrária de Bragança, Portugal. Las plantas medicinales (166 taxones), las alimentarias (120) y las de uso industrial y artesanal (80 taxones) han sido las más citadas y aquellas a que se les han atribuido mayor número de finalidades.
Sin embargo tanto el número de especies empleadas en el folclore (ceremoniales religiosos, tradición y creencias) como en la categoría ornamental tiene un peso importante en relación con el total. Juglans regia, Secale cereale y Castanea sativa son las especies con mayor importancia relativa; Xolantha tuberaria, Melissa officinalis y Pterospartum tridentatum las que han obtenido mayor frecuencia de citación .
El conocimiento etnobotánico pertenence sobre todo a la franja de edad entre los sesenta y los ochenta años y se reparte de forma diferenciada según el género. Por ello, hay riesgo de que la transmisión del saber y de las prácticas asociadas a los usos tradicionales de plantas pueda desaparecer.
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Tesis doctoral.
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español |
Língua, Sociolinguística. Dialetologia e geolinguística, Léxico dialetal, Mundo físico, Biologia. Meio ambiente, Pensamento e mundo cultural, Antropologia e etnologia, Folclore. Tradição oral, Medicina popular |
PORTUGAL, BRAGANÇA, Bragança, Vinhais |
vegetación, vocabulario |
Plantas y sabiduría popular del Parque Natural de Montesinho. Un estudio etnobotánico en Portugal |
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179021 |
Artigo de revista |
Etnografia, aldeia e montes: formas de povoamento no nordeste algarvio |
/fichas-bibliograficas/etnografia-aldeia-e-montes-formas-de-povoamento-no-nordeste-algarvio |
Trabalhos de Antropologia e Etnologia
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Bastos, Cristiana
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Bastos, Cristiana |
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1991 |
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0304-243X |
31 |
1-4 |
41-66 |
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https://ojs.letras.up.pt/index.php/tae/article/view/9253 |
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ÍNDICE: As aldeias da antropologia rural | Os montes do nordeste algarvio | A antropologia e os montes
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portugués |
Geografia, Geografia humana, Migrações e exílio, Organização política e social, Administração regional e local, Pensamento e mundo cultural, Antropologia e etnologia, Descrições de aspetos concretos |
PORTUGAL, FARO, Alcoutim, Castro Marim, Tavira |
Algarve, demografía |
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177638 |
Artigo de revista |
Etnografia alentejana. Como o povo reza |
/fichas-bibliograficas/etnografia-alentejana-como-o-povo-reza |
Arquivo de Beja
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Roque, Joaquim
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Roque, Joaquim |
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1947 |
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0873-3422 |
IV |
3-4 |
300-319 |
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http://catbib.cm-beja.pt/ipac20/ipac.jsp?session=163272G7L5D17.56215&menu=search&aspect=subtab11&npp=20&ipp=20&spp=20&profile=bmb&ri=2&source=~%21horizon&index=.GW&term=Etnografia%20alentejana.%20Como%20o%20povo%20reza&x=0&y=0 |
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[Resumo extraido da fonte]
Posto isto à maneira de preámbulo, prosseguiremos o trabalho já iniciado e no qual vimos recolhendo numerosas crenças e supertições populares - Rezas e Benzeduras, onde a par de numerosos ensalmos e medievos formulários de medicina caseira, se incluem "orações" propiciatórias para os mais variados fins.
As que seguem e que podem muito bem enquadrar-se no capítulo "Como o povo reza", de que já nos ocupámos, constituem uma prova evidente de que o nosso Alentejo viveu, otrora, vida intensametne cristã. E, se dela se afastou, o Povo não perdeu contudo, a sua fé. Temos do facto muitos testemunhos, fácilmente visíveis aos olhos de quem perscruta a alma popular. Não será uma fe esclarecida e, por isso, roça com lamentável frequência, a raia da superstição...
Daqui ser o esclarecimento adecuado dessa fé, ao que nos parece, a principal missão do sacerdote junto do nosso povo, para que possa combater, eficazmente, a superstição, ainda tão arreigada na alma popular, e trazer de novo o Alentejo à pratica da Religião.
Muitas das Rezas hoje publicadas foram-no já no livro que recentemente editamos -Rezas e benzeduras populares. Contudo, e porque a maioria delas são variantes colhidas em outas localidades do Baixo Alentejo, só vemos vantagens na publicação destoutras, indicando-se em seguida as povoações em que foram ouvidas -o que não fizemos no primeiro caso por deficiância de alguns registos.
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portugués |
Pensamento e mundo cultural, Antropologia e etnologia, Folclore. Tradição oral, Religião. Mitologia |
PORTUGAL, BEJA, Moura |
oraciones, supersticiones y creencias populares, religiosidad popular, literatura religiosa, literatura oral |
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178805 |
Livro |
Etnografia de Idanha-a-Velha: Egitânia |
/fichas-bibliograficas/etnografia-de-idanha-velha-egitania |
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Ferreira, Seomara da Veiga; Costa, Maria da Graça Amaral da
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,
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Ferreira, Seomara da Veiga, Costa, Maria da Graça Amaral da |
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Castelo Branco |
Junta Distrital de Castelo Branco |
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1970 |
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192 |
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portugués |
Pensamento e mundo cultural, Antropologia e etnologia, Descrições gerais de uma comunidade |
PORTUGAL, CASTELO BRANCO, Idanha-a-Nova |
Idanha-a-Velha |
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180581 |
Artigo de revista |
Etnografia do Alto Alentejo (concelho de Elvas). A vida nos montes |
/fichas-bibliograficas/etnografia-do-alto-alentejo-concelho-de-elvas-vida-nos-montes |
Portugália
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Picão, José da Silva
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Picão, José da Silva |
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1903 |
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I |
4 |
751-756 |
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https://purl.pt/260/4/ |
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[Resumo extraido da fonte]
A vida nos montes descorre tranquillamente, algo alheia ás orgias das cidades e aos mexericos das aldeias. Tudo isso, e os varios casos de sensação que entreteem as palestras dos grandes centros, mal echoam n' aquellas rusticas paragens por intermedio dos jornaes baratos, lidos por acaso nas horas vadas, ou pea narrativa phantasiosa dos transeuntes e mendigos. Com effeito, ao isolamento do lugar, allía-se a simplicidade do viver, sempre methodico e distrahido por mil occupações, que cada passo sufferem ideias e presentimentos oppostos, que por isso mesmo se confundem e equilibram, tolhendo jubilos insensatos ou allucinações de desespero. Assim, n'um tal meio, os dias e os annos descorrem quarsi despercibidos, tantas são as lidas que entereem a actividade humana desde o raiar da aurora até pela noite adeante. Se n'um dia os revezes da fortuna acabrunham o espirito do lavrador, outro succede que lhe proporciona esperanças fagueiras, de um futuro risonho.
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portugués |
Literatura, Produção literária ambientada na fronteira hispano-portuguesa, Mundo físico, Agricultura e zootecnia, Pensamento e mundo cultural, Antropologia e etnologia, Descrições de aspetos concretos, Religião. Mitologia |
PORTUGAL, PORTALEGRE, Elvas |
usos y costumbres, agricultura, profesiones y oficios, religiosidad popular, Alentejo, narrativa |
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180582 |
Artigo de revista |
Etnografia do Alto Alentejo (concelho de Elvas). I As herdades |
/fichas-bibliograficas/etnografia-do-alto-alentejo-concelho-de-elvas-i-herdades |
Portugália
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Picão, José da Silva
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Picão, José da Silva |
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1900 |
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I |
2 |
271-280 |
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https://purl.pt/260/4/ |
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[Resumo extraido da fonte]
Os campos do Alentejo, ,aparte os arredores da povoações, são, na sua quasi totalidade, divididos em grandes tractos de terreno que se denominam herdades. Por via de regra cada herbade ou grupo de herdades annexas sustenta uma exploração agricolo-pecuaria chamada lavoira. O dono da lavoeira conhece-se pelo nome de lavrador, accrescentando-se-lhe o sub-tçitulo de rendeiro se as herdades que disfructa são propiedade de outrem a quem elle as arrendou. O lavrador typico alemtejano é o lavrador rendeiro. Ao propietario da herdade, que não é lavrador, chama-se-lhe senhorio. O conjuncto de herdades que constituem uma lavoira designa-se por cómmodo. O centro do cómmodo é o "monte", vocabulo por que se denomina a casa de habitação da herdade, a qual casa serve simultaneamente de séde do grangeio agrícola. O monde accommoda em si o casco da lavoira, isto é, toda a ucharia, representada por mantimentos, forragens, alfaias agricolas, etc.
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portugués |
Mundo físico, Agricultura e zootecnia, Geografia física. Geologia, Pensamento e mundo cultural, Antropologia e etnologia, Construções. Ferramentas. Apeiros, Descrições de aspetos concretos |
PORTUGAL, PORTALEGRE, Elvas |
usos y costumbres, agricultura, propiedad de la tierra, población rural |
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180583 |
Artigo de revista |
Etnografia do Alto Alentejo (concelho de Elvas). II Os montes |
/fichas-bibliograficas/etnografia-do-alto-alentejo-concelho-de-elvas-ii-os-montes |
Portugália
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Picão, José da Silva
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Picão, José da Silva |
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1901 |
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I |
3 |
535-548 |
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https://purl.pt/260/4/ |
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[Resumo extraido da fonte]
Os montes -essas isoladas habitações campestres, que representam um dos caracerísticos mais notaveis da provincia transtagana- são as casas de residencia nas herdades e tambem, por via de refra, as sédes das lavoiras que se exploram nas mesmas herdades. São, por assi dizer, aquillo a que n' outras provincias se chamam granjas, casaes, quintas, etc. Acontece, porém, haver herdades sem montes, já por nunca n'ellas existirem, já por terem cabido á mercé de abandono propositado, derivante de causas multiplas, sendo a mais frequente a annexação da herdade respectiva a outra ou outras de maior importancia.
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portugués |
Mundo físico, Agricultura e zootecnia, Geografia física. Geologia, Pensamento e mundo cultural, Antropologia e etnologia, Construções. Ferramentas. Apeiros, Descrições de aspetos concretos |
PORTUGAL, PORTALEGRE, Elvas |
usos y costumbres, propiedad de la tierra, agricultura, población rural, arquitectura popular |
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180779 |
Artigo de revista |
Etnografía, folklore y cultura tradicional en Salamanca del siglo XX |
/fichas-bibliograficas/etnografia-folklore-y-cultura-tradicional-en-salamanca-del-siglo-xx |
Salamanca: Revista de Estudios
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Carril Ramos, Ángel
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Carril Ramos, Ángel |
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2000 |
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XLV |
333-376 |
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http://www.lasalina.es/Aplicaciones/revistaestudios/detalleRevista.jsp?idRevista=54 |
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[Resumen extraído de la fuente principal]
Pautas identificadoras de la personalidad salmantina responden a la tipificación de aspectos culturales y espirituales emanados de la tradición, en especial de las clases populares tanto del medio rural como urbano y que han sido transmitidas secularmente de generación en generación. La atención hacia el conocimiento de sus formas de vida en todas y cada una de sus vertientes ha generado a lo largo del siglo XX diversos posicionamientos y ópticas que transitan desde la conformación de estudios y análisis con criterio científico hasta la motivación exclusiva por las expresiones lúdicas y estéticas como soporte dinamizador de la sociedad, pasando por el acercamiento a estas manifestaciones, y comprendiendo su interés para el patrimonio de Salamanca en su conjunto.
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español |
Pensamento e mundo cultural, Antropologia e etnologia, Descrições gerais de uma comunidade, Folclore. Tradição oral, Arte, Artes musicais, Artes plásticas, Cinema e fotografia |
ESPAÑA, SALAMANCA, Aldeadávila de la Ribera, Ciudad Rodrigo, Gallegos de Argañán, Lumbrales, Navasfrías, Payo, El, Peñaparda, Robleda, San Felices de los Gallegos, Villarino |
literatura oral, música tradicional, usos y costumbres, proyectos de investigación, identidad cultural, patrimonio cultural |
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180699 |
Livro |
Etnografia, linguagem e folclore de Castelo de Vide |
/fichas-bibliograficas/etnografia-linguagem-e-folclore-de-castelo-de-vide |
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Alexandre, Maria do Guadalupe Transmontano
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Alexandre, Maria do Guadalupe Transmontano |
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Portalegre |
Edição da Junta Distrital de Portalegre |
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1976 |
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183 |
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portugués |
Língua, Sociolinguística. Dialetologia e geolinguística, Descrição (sócio)linguística de uma localidade ou território. Atlas linguísticos, Pensamento e mundo cultural, Antropologia e etnologia, Descrições gerais de uma comunidade |
PORTUGAL, PORTALEGRE, Castelo de Vide |
dialectos alentejanos, corpus documental |
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