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Nova História de Portugal: Portugal em definição de fronteiras. Do condado portucalense à crise do século XIV

Tipología
Libro
Localidad
Lisboa
Editorial
Editorial Presença
Año
1996
Páginas
858
ISBN
9722320394
Sinopsis de contenido

ÍNDICE: PREFÁCIO ││││ CAPÍTULO I. O PODER E O ESPAÇO │││ INTRODUÇÃO │││ 1. UM TEMPO ENTRE CRISTÃO E MUÇULMANOS ││ 1.1. O campo cristão │ 1.1.1. A constitução de um condado │ 1.1.2. A viabilização de um reino │ 1.1.3. As etapas de descimento do reino ││ 1.2. O campo muçulmano │││ 2. UM TEMPO DE AFIRMAÇÃO POLÍTICA ││ 2.1. As primeiras medidas na senda do centralismo │ 2.1.1. Diferendos entre o rei e o clero │ 2.1.2. Conflitos entre o rei e a nobreza │ 2.1.3. As leis de 1211 ││ 2.2. A crise de meados do século XIII │ 2.2.1. Antecedentes do confronto entre D. Sancho II e a nobreza │ 2.2.3. A guerra civil (1245-1247) ││ 2.3. Afonso III  e o desenvolvimento da autoridade régia │ 2.3.1. Estabilização social do reino │ 2.3.2. Redistribução de poderes │ 2.3.3. Remodelação administrativa e centralização régia ││ 2.4. A dinâmica dionisina │ 2.4.1. O rei e a terra │ 2.4.2. O rei, o seu e os seus │2.4.3. A fortuna historiográfica de um rei │ 2.4.4. D. Dinis: fim ou princípio de um tempo? ││││ CAPÍTULO II. A ESTRUTURAÇÃO SOCIAL │││ 1. OS HOMENS AO LONGO DO TEMPO E DO ESPAÇO ││ 1.1. Das fontes aos números ││ 1.2. Uma tendência de crescimento ││ 1.3. Comportamento populacional ││1.4. Distribução espacial │││ 2. PODER SOBRE A TERRA - SUPORTE SOCIOECONÓMICO DOS GRUPOS SOCIAIS ││ 2.1. A propiedade da nobreza ││ 2.2. A propiedade do Rei/Coroa ││ 2.3. A propiedade da Igreja ││ 2.4. A propiedade dos não privilegiados │││ 3. A NOBREZA - DA GUERRA À CORTE ││ 3.1. Parentesco e linhagem ││ 3.2. O papel da Corte na hierarquização social ││ 3.3. O favor régio ││ 3.4. Reformulação das hierarquias ││ 3.5. Os nomes ││3.6. Os novos valores ││││ 4. O CLERO -  HOMENS DE ORAÇÃO E ACÇÃO ││ 4.1. Organização administrativa do clero secular ││ 4.2. Monaquismo ││4.3. Composição social ││ 4.4. Bens, rendimentos e privilégios ││ 4.5. Funções sociais e religiosas │││ 5. O POVO -  A IDENTIDADE E DIFERENÇA NO TRABALHO ││ 5.1. Aristocracia vilã ││ 5.2. Contextos sociais da peonagem ││5.3. Dos propietários aos usufrutuários ││ 5.4. Trabalhadores permanentes da terra alheia ││ 5.5. Assalariados ││5.6. Mesteirais e comerciantes ││ 5.7. Mercadores de largo trato ││ 5.8. Viver social: o comum e o extraordinario │││6. OS GRUPOS ÉTNICO-RELIGIOSOS E OS ESTRANGEIROS ││ 6.1. Muçulmanos │ 6.1.1. Distribução territorial │ 6.1.2. Enquadramentos constitucionais │ 6.1.3. Heranças e interinfluências ││ 6.2. Moçárabes ││ 6.3. Judeus │ 6.3.1. Na Reconquista │ 6.3.2. Judarias │ 6.3.3. Legislação │ 6.3.4. Quadro institucional judaico │ 6.3.5. Inter-relacionamentos sócio-culturais  ││6.4. Imigrantes e emigrantes ││││ CAPÍTULO III. A DIVERSIFICAÇÃO ECONÓMICA │││ 1. O MUNDO RURAL E O MUNDO URBANO │││ 2. OS PROVENTOS DA TERRA E DO MAR ││ 2.1. Tipos de propiedade ││ 2.2. Culturas e técnicas de cultivo ││ 2.3. Transformação e arrecadação dos produtos agrícolas ││ 2.4. Criação de gado e actividades recolectoras ││ 2.5. Pesca e salinicultura ││ 2.6. A exploração da terra │ 2.6.1. Tipos de contratos │ 2.6.2. A renda │││ 3. A PRODUÇÃO ARTESANAL ││ 3.1. Metalurgia ││ 3.2. Olarias e cerâmicas ││ 3.3. Artesanato urbano ││3.4. Técnicas hidráulicas e eólicas na produção artesanal │││ 4. A CIRCULAÇÃO E A TROCA DE PRODUTOS ││4.1. Vias de comunicação ││ 4.2. Percursos e aposentos ││ 4.3. Transportes ││ 4.4. Pesos e medidas ││4.5. Auto-suficência e mercado ││ 4.6. Tipos de comercialização ││ 4.7. Comércio externo ││ 4.8. Preços e circulação monetária ││││ CAPÍTULO IV. O QUADRO INSTITUCIONAL │││ 1. A CORTE E O GOVERNO CENTRAL ││ 1.1. Governar pela escrita, construir a fonte ││ 1.2. A cúria ││ 1.3. Os oficios palatinos ││1.4. O tribunal ││1.5. A finanças régias ││ 1.6. O conselho do rei ││ 1.7. As Cortes │││ 2. AS BASES DA ADMINISTRAÇÃO SOCIAL ││ 2.1. Terras e julgados │ 2.1.1. Ricos-homens e tenências │ 2.1.2. O peso da hereditariedade │ 2.1.3. A viragem afonsina │ 2.1.4. Os julgados ││ 2.2. Concelhos │ 2.2.1. As raízes │ 2.2.2. A legitimação ded direito │ 2.2.3. A vida concelhia -  do normativo ao simbólico │ 2.2.4. O desenvolvimento do Portugal concelhio │ 2.2.5. As transformações no quadro concelhio ││ 2.3. Senhorios │ 2.3.1. Número e distribução │ 2.3.2. Organização administrativa e judicial ││││ CAPÍTULO V. A CULTURA, O ENSINO E A ARTE │││ 1. A EVOLUÇÃO DA LÍNGUA E DA ESCRITA ││ 1.1. A língua ││ 1.2. A escrita │ 1.2.1. Características e condições do acto de escrever │ 1.2.2. O "poder da escrita" e o "poder dos escritos" │ 1.2.3. Os agentes da escrita │││ 2. AS INSTITUÇÕES DE ENSINO ││ 2.1. O ensino monástico ││2.2. As escolas urbanas ││ 2.3. A frequência das escolas além-Pirinéus ││ 2.4. Os primórdios da Universidade ││ 2.5. Outros centros culturais │││ 3. A CULTURA DAS CORTES ││ 3.1. A produção cultural │ 3.1.1. A historiografia │ 3.1.2. As tradições épicas │ 3.1.3. A canção trovadoresca │ 3.1.4. O romance em prosa │ 3.1.5. Os tratados de caça ││ 3.2. Corte e transmissões │││ 4. MANIFESTAÇÕES ARTÍSTICAS ││4.1. A arte no período condal ││ 4.2. A arte no período da formação e da afirmação de Portugal como reino independente │ 4.2.1. A arquitectura militar │ 4.2.2. A arquitectura civil │ 4.2.3. A arquitectura religiosa românica │ 4.2.4. O contributo cisterciense │ 4.2.5. A arquitectura religiosa gótica │ 4.2.6. A escultura │ 4.2.7. Outras artes ││││ FONTES E BIBLIOGRAFIA ││││ ÍNDICE DE MAPAS ││││ ÍNDICE DE GRAVURAS ││││ ÍNDICE ANÁLÍTICO ││││ ÍNDICE GERAL 

Notas

Vol. 3 da colecção Nova História de Portugal

Lengua
Área geográfica

PORTUGAL › BEJA › Moura

PORTUGAL › BEJA › Mértola

PORTUGAL › BEJA › Serpa

PORTUGAL › BRAGA › Amares

PORTUGAL › BRAGA › Póvoa do Lanhoso

PORTUGAL › BRAGA › Vieira do Minho

PORTUGAL › BRAGA › Vila Verde

PORTUGAL › BRAGANÇA › Alfândega da Fé

PORTUGAL › BRAGANÇA › Bragança

PORTUGAL › BRAGANÇA › Freixo de Espada à Cinta

PORTUGAL › BRAGANÇA › Miranda do Douro

PORTUGAL › BRAGANÇA › Mogadouro

PORTUGAL › BRAGANÇA › Moncorvo

PORTUGAL › BRAGANÇA › Vimioso

PORTUGAL › BRAGANÇA › Vinhais

PORTUGAL › CASTELO BRANCO › Castelo Branco

PORTUGAL › CASTELO BRANCO › Idanha-a-Nova

PORTUGAL › CASTELO BRANCO › Penamacôr

PORTUGAL › FARO › Castro Marim

PORTUGAL › FARO › Tavira

PORTUGAL › FARO › Vila Real de Santo António

PORTUGAL › GUARDA › Almeida

PORTUGAL › GUARDA › Guarda

PORTUGAL › GUARDA › Pinhel

PORTUGAL › GUARDA › Sabugal

PORTUGAL › GUARDA › Vila Nova de Foz Côa

PORTUGAL › PORTALEGRE › Alter do Chão

PORTUGAL › PORTALEGRE › Arronches

PORTUGAL › PORTALEGRE › Campo Maior

PORTUGAL › PORTALEGRE › Castelo de Vide

PORTUGAL › PORTALEGRE › Crato

PORTUGAL › PORTALEGRE › Elvas

PORTUGAL › PORTALEGRE › Fronteira

PORTUGAL › PORTALEGRE › Marvão

PORTUGAL › PORTALEGRE › Monforte

PORTUGAL › PORTALEGRE › Nisa

PORTUGAL › PORTALEGRE › Portalegre

PORTUGAL › VIANA DO CASTELO › Arcos de Valdevez

PORTUGAL › VIANA DO CASTELO › Caminha

PORTUGAL › VIANA DO CASTELO › Melgaço

PORTUGAL › VIANA DO CASTELO › Monção

PORTUGAL › VIANA DO CASTELO › Ponte da Barca

PORTUGAL › VIANA DO CASTELO › Ponte de Lima

PORTUGAL › VIANA DO CASTELO › Valença

PORTUGAL › VIANA DO CASTELO › Viana do Castelo

PORTUGAL › VIANA DO CASTELO › Vila Nova de Cerveira

PORTUGAL › VILA REAL › Chaves

PORTUGAL › VILA REAL › Montalegre

PORTUGAL › ÉVORA › Alandroal

PORTUGAL › ÉVORA › Borba

PORTUGAL › ÉVORA › Estremoz

PORTUGAL › ÉVORA › Mourão

PORTUGAL › ÉVORA › Redondo

PORTUGAL › ÉVORA › Reguengos de Monsaraz

PORTUGAL › ÉVORA › Vila Viçosa

Última modificación
27/02/2023 - 11:49