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Bibliografía multidisciplinar de la frontera hispano-portuguesa

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ID Tipología Título Ruta Título de la revista Título del libro Título del volumen Siglas Autoría Autor normalizado Editores del libro Editores del volumen Director Tipo de comunicación (campo indexado) Tipo de audiovisual Fecha (campo indexado) Localidad Editorial Organismo Universidad Frecuencia (campo indexado) Año Año del primer número Año de finalización ISSN/Dep. Legal Volumen Número Páginas Duración (min.) Descripción ISBN DOI (campo indexado) Sitio web (campo indexado) Publicación Sinopsis de contenido Notas Reseñas Lengua (campo indexado) Área geográfica (campo indexado) Palabras clave Fichas bibliográficas relacionadas
178395 Tesis De Miranda a Bragança: arquitectura religiosa de função paroquial na época moderna /fichas-bibliograficas/de-miranda-braganca-arquitectura-religiosa-de-funcao-paroquial-na-epoca

Rodrigues, Luís Alexandre

Rodrigues, Luís Alexandre Universidade do Porto 2001 2001 3 vols. https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/19648

[Resumen extraído de la fuente original]

Uma conjuntura interna favorável e uma persistente acção diplomática permitiram que D. João III obtivesse a anuência da Santa Sé (1545) para a criação da diocese de Miranda do Douro. Territórios pertencentes à jurisdição dos arcebispos de Braga seriam agregados à nova circunscrição eclesiástica. A sede da nova diocese implantava-se na região fronteiriça do nordeste transmontano, caracterizada, entre outros aspectos, pela ocorrência de núcleos populacionais de pequena dimensão. Por sua vez, o trabalho da terra e a criação de gado, enquanto actividades económicas principais, disponibilizavam a maior parte dos rendimentos que garantiam o sustento dos moradores.

O estatuto de sede episcopal implicou a edificação a fundamentis de uma igreja catedral. Numa fase inicial, a sua construção reflectiu as debilidades da economia regional, a posição periférica relativamente aos principais centros urbanos e, no plano artístico, o confronto e hesitações entre as orientações decalcadas de práticas medievais e as fórmulas inovadoras que se filiavam no movimento cultural que, com berço na Itália, mostrava grande interesse pela revitalização do legado greco-romano. Mas a lentidão dos trabalhos permitiu que a obra fosse tocada pela crescente influência de uma estética que fazia da severidade de linhas, dos planos lisos e da desornamentação o essencial do seu programa.

Com a aplicação das orientações tridentinas, as capelas maiores, transformaram-se em espaços de centralização da espiritualidade enquanto o culto tendia a associar-se a um cerimonial mais complexo e aparatoso. A par com as encomendas de máquinas retabulares recamadas de ouro e de pintura para a colocação das devoções, também se convocavam os ofícios relacionados com a execução de alfaias e paramentos, cada vez mais ricos e exuberantes. Ao mesmo tempo, acentuava-se a importância do espaço. Todavia, na Sé de Miranda do Douro, só em meados do século XVIII se reuniram as condições para se poder ampliar a área da cabeceira. Pouco tempo depois, em resultado de um acidente no paiol da guarnição militar e da invasão castelhana, a cidade seria parcialmente destruída e a sede diocesana transferida para Bragança.

Entre as disposições aprovadas em Trento contavam-se as que impunham aos bispos a obrigatoriedade de permanecerem nas respectivas dioceses e ainda o reconhecimento da importância da formação dos clérigos. Neste sentido, foi dado relevo ao edifício que se construiu em Miranda do Douro para residência episcopal, o qual também compreendia uma área funcional para os aposentos e salas de aula dos seminaristas.

As igrejas com funções paroquiais estavam longe de ostentarem a monumentalidade apresentada pela catedral, verificando-se mesmo a ocorrência de construções religiosas que além de, interior e exteriormente, mostrarem grande pobreza ornamental eram de pequena dimensão e, por isso, insuficientes para acolherem a totalidade dos fiéis. A estes competia em regra o pagamento das obras realizadas no corpo da igreja. Já as intervenções nas cabeceiras, com frequência, respeitavam a privilegiados, eclesiásticos ou não, em resultado de direitos que lhes tinham sido concedidos e que se relacionavam com a participação nos rendimentos da igreja.

Estudou-se a importância das planimetrias, constatando-se a preferência que, de forma avassaladora, se concedeu aos formatos rectangulares, geralmente estruturados numa única nave. Contudo, não se descurou o estudo das igrejas que apresentam uma organização do espaço com duas ou três naves. Dando-se atenção aos elementos do plano da construção, atentou-se de modo particular na importância e no forte simbolismo dos portais que solenizam os frontispícios dos templos. Destes, delinear-se-ia uma tipologia que também englobava os poucos casos de fachadas cegas, caracterizadas pela ausência de vãos de entrada nos paramentos principais.

Em todo o caso, seriam os portais principais a condensarem a quase totalidade do investimento decorativo exterior. Independentemente da qualidade formal dos reportórios arquitectónico e decorativo, essa prática não abrangia nem os paramentos exteriores nem as aberturas de iluminação. Porém, no interior, a talha conjugada com a pintura de caixotões ou de perspectiva - o recurso a revestimentos azulejares é esporádico - assinala um vivo contraste com a desornamentação das superfícies parietais.

Servindo para alçar sinos, as torres e campanários configuram-se como estruturas marcantes e de grande influência na modelação volumétrica das igrejas paroquiais. No nosso país, a catedral de Miranda assinala o regresso das duas torres às fachadas. No entanto, na diocese são os campanários que, ao definirem uma vontade ascencional e sentido místico, tendem a contrariar o cunho longitudinal da maioria das construções sacras. O ensaio da seriação tipológica destes elementos determinou a análise de soluções que os complementavam como foram as modalidades de acesso aos sinos.

Relativamente à construção, evidenciaram-se aspectos de natureza técnica e jurídica, os quais foram matéria de um desenvolvimento analítico de processos relacionados com a arrematação de obras. Tais formalidades, ao reportarem-se aos ofícios de pedraria, madeiras, pintura e douramento, colocavam em destaque diversos níveis de interesses específicos, sendo de referir os relacionados com os materiais e com os procedimentos construtivos.

Finalmente, verificando-se nas zonas rurais o afastamento das paroquiais relativamente aos aglomerados, explicitaram-se as razões da sua mudança e anotou-se a tendência para se construírem novas igrejas matriciais na proximidade ou até no perímetro das povoações.

Tese de doutoramento em História da Arte.

portugués PORTUGAL, BRAGANÇA, Miranda do Douro arquitectura religiosa
182483 Artículo de revista De Miranda do Douro ao Sabugal. Arquitectura militar e testemuhnos arqueológios medievais num espaço de fronteira /fichas-bibliograficas/de-miranda-do-douro-ao-sabugal-arquitectura-militar-e-testemuhnos

Portugalia

Barroca, Mário Jorge

Barroca, Mário Jorge 2008-2009 XXIX-XXX 193-252 http://hdl.handle.net/10400.26/24242

[Resumo proveniente da fonte]

Estudo da evolução da ocupação humana de uma vasta área territorial na fronteira Leste de Portugal, compreendida entre Miranda do Douro e o Sabugal, entre a Alta Idade Média e os inícios do Séc. XVI. Apesar da atenção ter sido focada na evolução das estruturas militares, não foram esquecidos outros testemunhos (arqueológicos, toponímicos e documentais) que ajudam a traçar a evolução deste território de fronteira. Palavras-chave: Povoamento altimediévico, Povoamento islâmico, Reconquista cristã, Castelos.

The author analyses the medieval evolution of a vast area in the east frontier of Portugal, between Miranda do Douro and Sabugal, from the Early Middle Age to the beginning of the 16th century. Although the main attention is centered in the evolution of military structures, other testimonies of the medieval occupation are also mentioned in this paper. Key-words: Early Middle Age, Islamic occupation, Christian reconquest, Medieval Castles.

portugués PORTUGAL, BRAGANÇA, Freixo de Espada à Cinta, Miranda do Douro, Mogadouro, Moncorvo, GUARDA, Almeida, Figueira de Castelo Rodrigo, Guarda, Meda, Pinhel, Sabugal, Vila Nova de Foz Côa arquitectura militar, toponimia, Reconquista
178644 Artículo de revista De norma y práctica: reglamentación eclesiológica y vida cotidiana en la Extremadura de fines del medievo /fichas-bibliograficas/de-norma-y-practica-reglamentacion-eclesiologica-y-vida-cotidiana-en-la

Norba. Revista de Historia

García Oliva, María Dolores

García Oliva, María Dolores 1996-2003 16 1 361-381 http://hdl.handle.net/10662/9435

[Resumen extraído de la fuente principal]

En este trabajo se analizan algunos aspectos de la vida cotidiana de la población extremeña a fines de la Edad Media que fueron objeto de reglamentación por parte de las capas dominantes. La voluntad de moralizar y disciplinar las conductas se tradujo en una delimitación de la frontera entre lo lícito y lo prohibido cada vez más rígida, elevando lo que se consideran buenas costumbres a la categoría de valores absolutos y excluyentes. Los resultados buscados tardaron en manifestarse debido a la distancia existente entre las normas que se pretendían imponer y la rutina diaria, apegada a la tradición, pero la decisión de implantarlas es digna de tenerse en cuenta porque supone un reflejo del desarrollo de los aparatos de poder coercitivos que conducen al Estado Moderno.

This paper examines some aspects of everyday living in Extremadura during the late Middle Ages. Such features were subject to regulation by the dominating classes. The will to moralise and discipline behaviours translated into restraining borders where the licit and prohibited separated more and more strictly. Thus, what was considered fine customs was lifted to the category of absolute and excluding values. The sought results took long to emerge due to the gap between the rules being imposed and everyday traditional life. Yet, the decision to enforce such rules is worth considering since it reflects the power of coercing states which leads to the modern state.

español ESPAÑA, BADAJOZ, CÁCERES administración eclesiástica, religiosidad popular, historia de la Iglesia, administración de justicia
182634 Artículo de revista De nuevo, el Fuero de Baylío /fichas-bibliograficas/de-nuevo-el-fuero-de-baylio

Actualidad Civil

Sánchez-Arjona y Macías, Javier

Sánchez-Arjona y Macías, Javier 2006 15 1781-1800 español ESPAÑA, BADAJOZ, Alburquerque, Alconchel, Cheles, Codosera, La, Higuera de Vargas, Jerez de los Caballeros, Oliva de la Frontera, Olivenza, Táliga, Valencia del Mombuey, Valle de Matamoros, Valle de Santa Ana, Villanueva del Fresno, Zahínos Fuero del Baylío
181664 Actas de congreso De palabras y tierras (Una aproximación a la toponimia extremeña) /fichas-bibliograficas/de-palabras-y-tierras-una-aproximacion-la-toponimia-extremena

Congreso Internacional APLEx 2004: Patrimonio Lingüístico Extremeño [Actas]

Castaño Fernández, Antonio María

Castaño Fernández, Antonio María

Trinidad Martín, Manuel

Comunicación Cáceres Biblioteca Virtual Extremeña [Manuel Trinidad Martín] 2016 443-460 http://dialectologiaextremenas.blogspot.com.es/2017/02/congreso-internacional-aplex-2004-sobre.html

[Resumen extraído de la fuente original]

El trabajo que presentamos quiere ser una aportación al estudio de la toponimia extremeña, tarea que me viene ocupando desde hace algunos años y a la que dediqué mi tesis doctoral, la mayor parte de la cual fue publicada más tarde; publicación a la que se han unido en este año dos libros más. El interés que tiene la toponimia alcanza tanto al lingüista como al historiador o al simple curioso. Descubrir el porqué de los nombres de los lugares que habitamos nos acerca más a ellos, casi los dota de vida; al fin y al cabo, cualquier criatura que entra a formar parte de nuestro mundo, lo primero que precisa es un nombre, y las gentes, como pequeños diosecillos, al poblar un territorio, van apropiándose de él designándolo, es decir, marcándolo con señales, nombrándolo, como se cuenta en el Génesis que hizo Dios con el mundo. Y al nombrarlo, el poblador se fija en el color del suelo o en la forma del valle o en las aves que vuelan sobre su cabeza; mira qué plantas crecen, deja constancia de su lamento por la pobreza del suelo o se encomienda a un santo de su devoción; o, simplemente, orgulloso, llama a la tierra con su propio nombre. Analizar estos procesos en nuestra región tomando como ejemplos tanto topónimos mayores como menores, parte casi olvidada de nuestro patrimonio cultural, es el objetivo de esta ponencia.

Comunicación presentada en el Congreso Internacional APLEx 2004 sobre Patrimonio Lingüístico Extremeño (Complejo Cultural San Francisco - Cáceres: 4, 5 y 6 de noviembre de 2004).

español ESPAÑA, BADAJOZ, CÁCERES toponimia
179925 Artículo de revista De uma carta do Sr. O. Fink /fichas-bibliograficas/de-uma-carta-do-sr-o-fink

Revista Lusitana

J. L. de V.

Autor
Vasconcelos, José Leite de 1935 33 1-4 303-304 http://cvc.instituto-camoes.pt/conhecer/biblioteca-digital-camoes/etnologia-etnografia-tradicoes/222-222/file.html

Reproducción de una parte de la carta que Oscar Fink remitió a J. Leite de Vasconcellos con motivo de la publicación en la Revista Lusitana del estudio que el filólogo portugués había realizado sobre las hablas de Jálama.

portugués ESPAÑA, CÁCERES, Eljas, San Martín de Trevejo, Valverde del Fresno fala de Xálima, Fink, Oscar
181565 Capítulo de libro De Vilanova de Arousa a Vila Nova de Foz-Côa: a fronteira galego-portuguesa a estudo a partir dos materiais do ALPI /fichas-bibliograficas/de-vilanova-de-arousa-vila-nova-de-foz-coa-fronteira-galego-portuguesa-estudo

Lingua e identidade na fronteira galego-portuguesa

Mouzo Villar, Rosa
Pérez Capelo, Carolina

, Mouzo Villar, Rosa, Pérez Capelo, Carolina

Sousa, Xulio; Negro Romero, Marta; Álvarez, Rosario

Santiago de Compostela Consello da Cultura Galega 2014 143-170 978-84-92923-60-1 https://minerva.usc.es/xmlui/handle/10347/11760

[Resumen extraído de la introducción del capítulo]

Tomando como punto de partida os materiais que nos fornece o Atlas Lingüístico de la Península Ibérica, ofrecemos nestas páxinas unha panorámica do territorio que abranguen as provincias galegas de Pontevedra e Ourense e a rexión norte de Portugal, para o que realizamos unha aproximación a diversos fenómenos dialectais pertencentes aos diferentes planos da lingua: fónico (§2), morfosintáctico (§3) e léxico (§4).

ÍNDICE: 1. INTRODUCIÓN || 2. FONÉTICA || 2.1. A fricativa labiodental sonora | 2.2. A africada postalveolar xorda | 2.3. A gheada | 2.4. As fricativas sibilantes || 3. MORFOSINTAXE | 3.1. Forma verbal na prótase da oración condicional | 3.2. Distribución de alomorfos do artigo determinado | 3.3. Posición do pronome || 4. LÉXICO | 4.1. Descontinuidade léxica entre galego e portugués | 4.2. Continuidade léxica entre galego e portugués || 5. RESUMO E CONCLUSIÓNS || REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS || ANEXO. Localidades da rede do ALPI estudadas

Relatorio presentado no Simposio ILG 2013. Lingua e identidade na fronteira galego-portuguesa, Santiago de Compostela, 28 de novembro - 3 de decembro de 2013.

Andrés Díaz, Ramón de, Estudis Romànics, vol. 38, 2016, pp. 509-514 (http://revistes.iec.cat/index.php/ER/article/view/141132).

Domínguez Oroña, María Beatriz, Revista de Filología Románica, n.º 32 (1), 2015, pp. 174-176 (https://revistas.ucm.es/index.php/RFRM/article/view/54703/49907).

gallego ESPAÑA, OURENSE, Arnoia, A, Entrimo, Gudiña, A, Oímbra, Rairiz de Veiga, PONTEVEDRA, Arbo, Nigrán, Ponteareas, Rosal, O, Tui, Vigo, PORTUGAL, BRAGA, Vieira do Minho, VIANA DO CASTELO, Caminha, Melgaço, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Viana do Castelo Atlas Lingüístico de la Península Ibérica (ALPI)
177592 Artículo de revista Décimas: uma linguagem comum ibero-americana /fichas-bibliograficas/decimas-uma-linguagem-comum-ibero-americana

Arquivo de Beja

Gaspar, José Rabaça

Gaspar, José Rabaça  1988 VII-VIII 95-141 http://catbib.cm-beja.pt/ipac20/ipac.jsp?session=1T35KD9790507.61861&profile=bmb&source=~%21horizon&view=subscriptionsummary&uri=full%3D3100024~%2150660~%210&ri=2&aspect=subtab11&menu=search&ipp=20&spp=20&staffonly=&term=D%C3%A9cimas%3A%20uma%20linguagem%20comum%20ibero-americana&index=.GW&uindex=

ÍNDICE: 0. INTRODUÇÃO | 0.1. Breve história do modo como cheguei ao contacto com as Décimas | 0.2. Três tentativas para introduzir (em resumo) o temas das décimas | 0.3. Obras e autores de décimas ou que tentaram tratar as décimas || 1. As décimas populares? A sua originalidade ibérica? Cotriburo para a elaboração de uma teoria |1.0. Pressupostos para elaboração de uma teoría | 1.0.0. As décimas são o não são característica e marcadamente populares? | 1.0.1. As décimas são, podem ser, uma expressão elevada de cultura | 1.0.2. As décimas são uma forma de expressão poética essencialmente oral e popular | 1.0.3. As décimas a sua originalidade lusa (ao Sul de Portugal) || 2. Elementos para permitir a caracterização deste tipo de décimas | 2.1. Ponto prévio. As décimas em geral e estas décimas ou quadras glosadas em décimas | 2.2. Os diversos nomes e possiveis significados ou pistas para entender o que são as décias que tratamos aqui | 2.2.1. Décimas | 2.2.2. Glosas ou voltas, desenvolvimento de um tema a partir de um mote dado | 2.2.3. Cantigas de 40 ou 44 pontos ou versos | 2.2.4. Canto, ou cante porque têm uma musicalidade própria | 2.2.5. Fado, devido à musicalidade ou relacionado com a maioria dos temas relacionados com a fortuna ou destino | 2.2.6. Contos versados porque se prestam ao desenvolvimento de uma narrativa consequente | 2.2.7. Deixas, porque partem de um mote a que têm de obedecer | 2.2.8. Quadras, quadras de 40/44 pontos (versos), ou quadras de décimas | 2.3. Os seus elementos formais mais evidentes, desde a forma, à musicalidade (a métrica, o ritmo e a rima), à expressão | 2.4. Algumas pistas para as possíveis origens e possíveis sentidos ocultos como o da cruz circular que é possível detectar tanto na forma, como na concepção mental elaborada por pessoas que não sabem escrever ou as improvisam sem as escrever... e na análise (audição) de algumas que considero mais conseguidas || 3. Em jeito de concluão || Anexos | Anexo I. 10 décimas de José Penedo. A teoría pela práctica ou a tentativa de dizer o que são as décimas através de décimas | Anexo II. Décimas em arquivo. Em manuscritos, folhetos de feira, fotocópias... | Anexo III || Agradecimentos

portugués PENÍNSULA IBÉRICA poesía, música tradicional
180313 Actas de congreso Décimas y refranes en la tradición oral de Olivenza /fichas-bibliograficas/decimas-y-refranes-en-la-tradicion-oral-de-olivenza

Congreso Internacional APLEx 2004: Patrimonio Lingüístico Extremeño [Actas]

Rodríguez Franco, Servando

Rodríguez Franco, Servando

Trinidad Martín, Manuel

Comunicación Cáceres Biblioteca Virtual Extremeña [Manuel Trinidad Martín] 2016 183-188 http://dialectologiaextremenas.blogspot.com.es/2017/02/congreso-internacional-aplex-2004-sobre.html

[Resumen tomado de la introducción del artículo]

"La presente comunicación pretende responder a los objetivos de la Ley de Patrimonio Histórico y Cultural de Extremadura que la organización de este congreso nos recuerda, en lo que respecta especialmente a la “investigación y recogida exhaustiva en soportes que garanticen su transmisión a generaciones venideras”. Para ello, traemos a público una muestra sonora, presentada en soporte magnético, como ejemplo de la recogida que se viene haciendo hasta el momento" (p. 183). 

Comunicación presentada en el Congreso Internacional APLEx 2004 sobre Patrimonio Lingüístico Extremeño (Complejo Cultural San Francisco - Cáceres: 4, 5 y 6 de noviembre de 2004)

español ESPAÑA, BADAJOZ, Olivenza paremias, corpus sonoro, corpus documental
179806 Libro Defensa del habla andaluza /fichas-bibliograficas/defensa-del-habla-andaluza

Vaz de Soto, J. M.ª

Vaz de Soto, José María Sevilla Edisur 1981 143 8430040315

ÍNDICE: Unas palabras de justificación │ I. La norma de Sevilla │ II. Norma de Castilla y norma meridional │ III. Defensa del "andaluz" │ IV. El prejuicio ortográfico │ V. Racismo lingüístico │ VI. El andaluz, avanzada del castellano │ VII. Complejo lingüístico y leísmo │ VIII. La "koiné" andaluza │ IX. Decálogo del "andaluz" culto │ X. El andaluz, español del futuro │ XI. Léxico y sintaxis │ XII. "Lo caí" │ XIII. Seseo y ceceo │ XIV. ¿Porque el seseo y no el ceceo? │ XV. La "s" implosiva │ XVI. Yeísmo │ XVII. Desfonologización y reajuste semántico │ XVIII. La "j" andaluza │ XIX. Consonantes finales │ XX. Andaluz y clases sociales │ XXI. ¿Escribir en andaluz? │ XXII. Último asalto │ Apéndices │ Cuestiones ortográficas │ Ustedes-vosotros │ Vocabulario 

español ESPAÑA, HUELVA ensayos, hablas andaluzas, yeísmo, ceceo, seseo