|
|
183110 |
Paper |
«A fuego e sangre». Guerra de sucesión castellana en la Raya extremeña (1475-1479) |
/fichas-bibliograficas/fuego-e-sangre-guerra-de-sucesion-castellana-en-la-raya-extremena-1475-1479 |
Revista de Estudios Extremeños
|
|
|
|
Gallardo Broncano, Ana Belén
|
|
Gallardo Broncano, Ana Belén |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
2020 |
|
|
0210-2854 |
LXXVI |
Extra 1 |
65-89 |
|
|
|
|
https://www.dip-badajoz.es/cultura/ceex/reex_digital/reex_LXXVI/2020/T.%20LXXVI%20numero%20extraordinario%202020/00111824.pdf |
Número de la revista dedicado a las Jornadas de Historia Militar de Extremadura organizadas por la Asociación Histórico Militar Alfonso IX, con la colaboración de la Fundación CB, la Brigada Extremadura XI, la Diputación de Badajoz, la Real Sociedad Económica Extremeña de Amigos del País y al Fundación Ibercaja.
|
[Resumen extraído de la fuente original]
La guerra de sucesión castellana [1475-1479] se convirtió en un fenómeno protagonista en la región extremeña, con especial dedicación a la Raya extremeña. La zona de Alcántara es objeto de estudio como sede de la Orden de Alcántara, importante por su fortaleza amurallada y por acoger grandes contingentes militares en un momento decisivo para el devenir de las órdenes militares. Asimismo, su posición fronteriza revela las consecuencias devastadoras de las guerras en estos enclaves, expuestos al conflicto y la concordia, como demuestra la firma del Tratado de Alcaçovas mediante el cual se definió la frontera hispanolusa, considerada la más antigua de Europa. Palabras clave: guerra, frontera, cabalgadas, faccionalismo nobiliario, Alonso de Monroy.
The war of Castilian succession [1475-1479] became a leading phenomenon in the Extremadura region, with special dedication to the stripe Estremadura. The Alcantara area is being studied as the headquarters of the Order of Alcantara, important for its walled fortress and for hosting large military contingents at a decisive moment for the future of military orders. Likewise, its border position reveals the devastating consequences of wars in these enclaves, exposed to conflict and harmony, as evidenced by the signing of the Alcaçovas Treaty through which the Spanish-Portuguese border was defined, considered the oldest in Europe. Keywords: war, border, cabalgada, noble factionalism, Alonso de Monroy.
|
|
|
español |
ESPAÑA, BADAJOZ, CÁCERES |
siglo XV, Guerra de Sucesión, Tratado de Alcaçobas (1479) |
|
|
|
179950 |
Paper |
A gíria de Quadrazais |
/fichas-bibliograficas/giria-de-quadrazais |
Revista de Portugal. Série A - Língua Portuguesa
|
|
|
|
Gomes, Pinharanda
|
|
Gomes, Jesué Pinharanda |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
1964 |
|
|
|
|
29 |
194-203 |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
portugués |
PORTUGAL, GUARDA, Sabugal |
Quadrazais, contrabando, vocabulario |
|
|
|
183015 |
Paper |
A Gramatização do mirandês. Estudo sobre a Gramaticografia de uma língua minoritária |
/fichas-bibliograficas/gramatizacao-do-mirandes-estudo-sobre-gramaticografia-de-uma-lingua |
Linred: Lingüística en la Red
|
|
|
|
Silva, Carlos S.
|
|
Silva, Carlos Sousa e |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
2019-2020 |
|
|
1697-0780 |
|
17 |
|
|
|
|
|
http://hdl.handle.net/10017/43069 |
|
[Resumo proveniente da fonte]
A maior parte das línguas europeias começaram a ser gramatizadas nos séculos XV/XVI, fruto em grande parte, do contexto do humanismo renascentista. No entanto, esta é uma realidade que abrangeu, sobretudo, as línguas oficiais das nações da Europa, tendo ficado de parte, muitas outras, as quais ou eram desconhecidas ou não lhes era atribuído o devido estatuto. Este trabalho tem como objeto de estudo um pequeno conjunto de gramáticas do mirandês, uma língua minoritária do extremo nordeste de Portugal, que emergiram nos finais do século XIX e início do século XX. Procura-se aqui indagar os fatores que motivam a escrita destas gramáticas, bem como o tipo de construção a que elas obedecem. Uma das grandes conclusões é que elas, de facto, emergem do pensamento histórico-comparatista sobre a língua, ainda que, na maior parte dos casos, sejam estruturadas de acordo com os princípios e categorias que são seguidos na composição das gramáticas das suas metalínguas. Palavras-chave: Gramatização; gramaticografia; línguas minoritárias; mirandês.
Most of the european languages built their text grammars in the fifteenth / sixteenth centuries, as a result of the humanist though. However, this is a reality which covered, above all, the official languages of the nations of Europe, leaving aside, many others, which either were unknown or were not given the proper status. This work has, as object of study, a small set of grammars of Miranda’s language, a minority language of the extreme northeast of Portugal, that emerged in the late nineteenth and early twentieth century. We aim to investigate the factors that motivate the writing of these grammars, as well as the type of construction that they obey. One of the biggest conclusions is that, in fact, they emerge due to the historical-comparative paradigme, although in most cases they are structured according to the principles and categories, followed in the composition of the grammars of their metalanguages. Keywords: Grammatization; grammaticography; minority languages; mirandese.
|
|
|
portugués |
PORTUGAL, BRAGANÇA, Miranda do Douro |
mirandés |
|
|
|
180538 |
Paper |
A Gravação das Carreiras – Portalegre – e tradições lúdicas no Alto Alentejo |
/fichas-bibliograficas/gravacao-das-carreiras-portalegre-e-tradicoes-ludicas-no-alto-alentejo |
Ibn Marúan: Revista Cultural do Concelho de Marvão
|
|
|
|
Carolino, Luís Miguel N.
|
|
Carolino, Luís Miguel Nunes |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
1994 |
|
|
0872-1017 |
|
IV |
83-94 |
|
|
|
|
https://www.cm-marvao.pt/atividade-municipal/cultura/publicacoes-para-venda/revista-cultural-ibn-maruan/?download=380%3Aibn-maruan-n3 |
|
[Resumo extraido da fonte]
Em consequência de um revolvimento de terras, originado pelo lavrar dos campos, surgiu, no Monte Veloso, na Freguesia das Carreiras, Concelho de Portalegre (coordenadas hectométricas UTM: X - 3470, Y - 5790 obtidas sobre a CMP nº 347 DE 1971), uma curiosa e problemática gravura quadrangular incisa num bloco de granito. Hoje esta gravação encontra-se perto de um palheiro -a construção mais a poente do dito monte-, junto a um aglomeado de estruturas a meia dúzia de casas. Estas foram construídas em pedra solta, possivelmente nos finais da Idade Média. Pelo formato do bloco de granito, em que esta gravura foi gravada, é de presumir que se tratasse de um pequeno banco que, eventualmente, existiria junto a uma das referidas estruturas.
|
Jogos tradicionais, jogo do moinho
|
|
portugués |
PORTUGAL, BEJA, Serpa, PORTALEGRE, Nisa, Portalegre, ÉVORA, Alandroal, Borba, Estremoz, Reguengos de Monsaraz |
antiguos poblamientos, epigrafía y otras inscripciones, juegos populares, Alentejo, supersticiones y creencias populares, simbología |
|
|
|
178249 |
Paper |
A guerra da Sucessão no distrito de Bragança (Notícias inéditas) |
/fichas-bibliograficas/guerra-da-sucessao-no-distrito-de-braganca-noticias-ineditas |
O Instituto
|
|
|
|
Ferreira, Cândida Florinda
|
|
Ferreira, Cândida Florinda |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
1929 |
|
|
|
|
LXXVIII |
591-616 |
|
|
|
|
https://digitalis-dsp.uc.pt/institutocoimbra/UCBG-A-24-37a41_v078/UCBG-A-24-37a41_v078_item1/UCBG-A-24-37a41_v078.pdf |
|
[Resumo extraído da fonte]
Impulsionada pela necessidade de satisfazer uma aspiração da minha consciência mental e de levar o óbulo da minha cooperação ao salutar movimento regionalista, penhor da ressurreição nacional, tão prodicientemente evangelizada pela élite mental da micha terra, resolvi iniciar a publicação de uma série de notícias inéditas que há anos venho coligindo referentes ao meu distrito de Bragança, reservando para mais tarde, em temrinando a minha vida escolar, a publicação completa das mesmas. Hesitei um pouco na escolha daquelsa por onde devia começar, resolvendo-me alfim pelas seguintes, atinentes de modo particular à região mirandesa -Miranda e Vimioso- por ser nela que iniciei a minha vida oficial. Sem vagar para largas ensanchas nem para acepilhar convecientemente a parte literária, reservando-me para o estudo completo do assunto, apontarei rapidamente as que mais se relacionan con o presente trabalho.
|
|
|
portugués |
PORTUGAL, BRAGANÇA, Freixo de Espada à Cinta, Miranda do Douro, Moncorvo, Vimioso |
Guerra de Sucesión, guerras y conflictos, delimitación fronteriza, frontera política |
|
|
|
182440 |
Book |
A guerra de Espanha na raia luso-espanhola. Resistências, solidariedades e usos da memória |
/fichas-bibliograficas/guerra-de-espanha-na-raia-luso-espanhola-resistencias-solidariedades-e-usos |
|
|
|
|
Simões, Dulce
|
|
Simões, Maria Dulce Antunes |
|
|
|
|
|
|
Lisboa |
Edições Colibri |
|
|
|
2016 |
|
|
|
|
|
387 |
|
|
9789896895983 |
|
|
|
[Resumo proveniente da fonte]
A guerra civil de Espanha foi um conflito nacional à escala internacional que trespassou a fronteira portuguesa, rompendo abruptamente a vida quotidiana das populações locais. A violência e a tragédia humana vivida e testemunhada por milhares de pessoas justificam que gerações inteiras conservem a memória do acontecimento, assinalando as suas posições éticas e as suas visões do mundo. No concelho de Barrancos, na raia do Baixo Alentejo, ocorreram dois dos maiores fluxos de refugiados espanhóis para território português formados por grupos ideologicamente opostos, cujo acolhimento legitima a construção de uma memória social alicerçada na solidariedade como valor identitário da comunidade.
|
|
|
portugués |
ESPAÑA, BADAJOZ, Oliva de la Frontera, HUELVA, Encinasola, PORTUGAL, BEJA, Barrancos |
guerras y conflictos, refugiados |
|
|
|
180230 |
Paper |
A Guerra do Mirandum |
/fichas-bibliograficas/guerra-do-mirandum |
Commercio de Portugal
|
|
|
|
Miranda, Cavalleiro de [pseudónimo de Manuel Ferreira Deusdado]
|
|
Ferreira, Deusdado Manuel |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
1893 |
|
|
|
|
4326 / 4327 |
|
|
|
|
|
http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=890375&pagfis=17333 |
|
[Resumo extraido da fonte]
Nunca esquecera o capitão no fragor das pelejas a imagem gentil d'uma donzella, que sendo franzina e mui moça, era o enlevo dos seus sonhos e a esperança d'uma felicidade tranquilla e doradoura. O carvalho gigante queria enlaçar-se com a fragil açucena. Essa donzella era delgada, alta, de olhos castanhos, muito dôces e muito intelligentes, cabellos castanho- escuros abundantes, tez branca como a via lactea em claras noites de janeiro. Costumava trazer ao largo do pescoço uma ampla renda muito alva, que do seu semblante fazia parecer um retrato em miniatura, gravado nas paginas de algum livro mystico deliciosamente illuminado. O seu coração era piedoso e bom. Entendia que alguns pobres, ao menos, faziam falta no mundo para conceder à alma humana o prazer inexcedivel de exerver a caridade. A caridade é, com effeito, a vida moral do christão. O que não ama, diz o Apostolo S. Paulo, está morto. O capitão chamava-se Domingos Ferrelva, era um homem alto, espadaúdo, de notavel compostura de maneiras, barba castanho-clara, olhos azues, os dois parietaes prematuramente calvos: era um homem risonho e grave, dotado de animo esforçado, mas benigno. Nascera em Riofrio nos começos do segundo quartel do século XVIII.
|
22 e 23-12-1893
Onde se publica pela primeira vez a Cantiga de l Mirandun. Também publicada em O Mirandez, X e XI, de 25-8 e 10-9 de 1894, e em DEUSDADO, M. Ferreira, Escorços Transmontanos, 1912, pp. 159-160.
|
|
portugués |
PORTUGAL, BRAGANÇA, Miranda do Douro |
guerras y conflictos, literatura histórica, narrativa, crónicas, siglo XVIII |
|
|
|
179442 |
Book |
A igreja cisterciense de Santa Maria de Aguiar. O conjunto arquitectónico medieval e as campanhas de restauro da D.G.E.M.N. (1936-1962) |
/fichas-bibliograficas/igreja-cisterciense-de-santa-maria-de-aguiar-o-conjunto-arquitectonico |
|
|
|
|
Carvalheira, Ana Margarida Gonçalves
|
|
Carvalheira, Ana Margarida Gonçalves |
|
|
|
|
|
|
Lisboa |
IPA |
|
|
|
2002 |
|
|
|
|
|
140 |
|
|
972-98121-4-4 |
|
|
|
ÍNDICE: I Parte. Enquadramento histórico. Fundação / Filiação do edificio cisterciense ││││ Introdução ││││ 1. A crise do monaquizmo beneditino: a reforma cisterciense ││││ 2. A Ordem de Cister na região do Riba Côa. A fundação do Mosteiro de Santa Maria de Aguiar │││ 2.1. A adopção da reforma cisterciense │││ 2.2. A problemática da filiação ││││ 3. Algumas reflexões sobre os aspectos de ordem político-institucional, económica e religiosa que influenciaram o crescimento e posterior decadência do Mosteiro de Santa Maria de Aguiar │││││ II Parte. O Mosteiro: estudo arquitectónico das dependências conventuais ││││ 4. O coceito de arquitectura cisterciense na organização dos espaços conventuais │││ 4.1. A disposição dos edifícios conventuais │││ 4.2. O mosteiro de Santa Maria de Aguiar. A ordenação dos lugares regulares ││ 4.2.1. O claustro primitivo e as alterações quinhentistas │││ 4.3. Os séculos XVIII, XIX e XX: as obras documentadas │││││ III Parte. A igreja: análise artística e arquitectónica ││││ 5. As igrejas cistercienses e a arquitectura medieval: do românico ao opus novum ││││ 6. Análise tipológica das plantas ditas cistercienses ou bernardinas │││6.1. A estructuração planimétrica da igreja mediecal de Santa Maria de Aguiar ││││ 7. A igreja de Santa Maria de Aguiar: localização e influências │││││ IV Parte. O programa de restauro executado pela DGEMN ││││ 8. As competências da Direcção Geral dos Edifícios e MOnumentos Nacionais -DGEMN- no âmbito do restauro dos imóveis classificados e as intervenções no conjunto arquitectónico de Santa Maria de Aguiar │││ 8.1. O programa de restauro da igreja de Santa Maria de Aguiar. Os projectos para a reestauração planimétrica │││ 8.2. As primeiras propostas e as obras executadas nos alçados ││ 8.2.1. A fachada principal ││ 8.2.2. O alçado sul ││ 8.2.3. O alçado oriental ││ 8.2.4. O alçado norte │││ 8.3. As obras executadas no interior ││ 8.3.1. As naves central e lateral norte ││ 8.3.2. A nave lateral sul ││8.3.3. O transepto ││ 8.3.4. A cabeceira │││ 8.4. As dependências conventuais e os respectivos restauros ││ 8.4.1. A Sacristia │ 8.4.1.1. As intervenções decorren4tes do programa de restauro ││ 8.4.2. A Sala do Capítulo │ 8.4.2.1. As intervenções decorrentes do programa de restauro ││ 8.4.3. As obras no claustro ││││ 9. Alguns trabalhos de beneficiação efectuados durante e depois do restauro da igreja de Santa Maria de Aguiar │││││ Conclusão │││││ Notas │││││ Bibliografía
|
|
|
portugués |
PORTUGAL, GUARDA, Figueira de Castelo Rodrigo |
Santa Maria de Aguiar, arquitectura religiosa, iglesias y conventos, administración eclesiástica |
|
|
|
183082 |
Paper |
A imagem do português fronteiriço: paisagens linguísticas na região de Valencia de Alcántara |
/fichas-bibliograficas/imagem-do-portugues-fronteirico-paisagens-linguisticas-na-regiao-de-valencia |
Limite: Revista de Estudios Portugueses y de la Lusofonía
|
|
|
|
Carrasco González, Juan M.
|
|
Carrasco González, Juan María |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
2020 |
|
|
1888-4067 |
14 |
|
173-204 |
|
|
|
|
http://www.revistalimite.es/v14/14_08.pdf |
|
[Resumo proveniente da fonte]
Análise da paisagem linguística de Valencia de Alcántara e de outras localidades fronteiriças com Portugal pertencentes ao seu concelho. Devido ao seu contacto com a língua portuguesa, esta região tem especial interesse do ponto de vista sociolinguístico. Neste trabalho, analisar-se-á a presença do português falado no outro lado da fronteira, o português falado tradicionalmente nas aldeias fronteiriças espanholas e o português antigo que se falou em Valencia de Alcántara na Idade Média. Propomos uma metodologia adaptada a esta realidade, muito diferente da metodologia utilizada noutros trabalhos que se levaram a cabo em regiões espanholas onde existem dois idiomas oficiais. Palavras-chave: paisagem linguística – Valencia de Alcántara – fronteira hispano-portuguesa – língua portuguesa.
The image of Portuguese language in the Portugal-Spain border: linguistic landscapes in the region of Valencia de Alcántara
Analysis of the linguistic landscape of Valencia de Alcántara and some towns bordering with Portugal on its region. Due to the contact with the portuguese language, the place subject of study is a zone of special interest from the sociolinguistic point of view. In this paper, we will analyse the portuguese spoken on the other side of the border, on the border towns between Spain and Portugal and the old portuguese spoken in Valencia de Alcantara during the Middle Ages. We propose a methodology adapted to this reality, much different from the methodology followed on other researche conducted on another spanish regions where two official languages coexists. Keywords: linguistic landscape – Valencia de Alcántara – SpanishPortuguese border – portuguese language.
|
Número de la revista dedicado a Traducción e Interpretación Pedagógica y Enseñanza de Portugués Lengua Extranjera, coordinado por Ana Belén García Benito y Ana María Díaz Ferrero.
|
|
portugués |
ESPAÑA, CÁCERES, Valencia de Alcántara |
paisaje lingüístico |
|
|
|
183239 |
Paper |
A importancia do elemento leonés nas falas de orixe galega do noroeste de Estremadura |
/fichas-bibliograficas/importancia-do-elemento-leones-nas-falas-de-orixe-galega-do-noroeste-de |
Revista de Filología Románica
|
|
|
|
Costas González, Xosé-Henrique
|
|
Costas González, Xosé-Henrique |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
2021 |
|
|
0212-999X |
|
38 |
105-120 |
|
|
|
https://doi.org/10.5209/rfrm.78811 |
https://revistas.ucm.es/index.php/RFRM/article/view/78811 |
|
[Resumen extraído de la fuente original]
Os autores que estudaron as falas de orixe galega do val do Ellas ou Xálima sempre describiron nelas unha relevante impronta leonesa, pois para os filólogos portugueses era leonés todo o que diferise do portugués, e para os filólogos españois era leonés todo o que non fose castelán. Imos tratar de verificar ata que punto son leonesismos exclusivos algúns trazos lingüísticos senlleiros destas falas. De 24 fenómenos descritos ata agora como leoneses pola maioría dos investigadores, só cinco resultan ser exclusivamente leoneses: dous sufixos nominais, un trazo fonético en valverdeiro, un trazo fonético en lagarteiro e un trazo morfolóxico en mañego e lagarteiro, co que deducimos que a importancia do elemento leonés nestas falas foi sobrevalorada. Palabras chave: leonesismo, iberorromances occidentais, tipoloxía, dialectoloxía.
Les auteurs qui ont étudié les dialectes d’origine galicienne de la vallée de Ellas ou Xálima ont y décrit toujours une empreinte léonaise importante, car pour les philologues portugais, tout ce qui n’était pas portugais était léonais et pour les philologues espagnols c’était léonais tout ce qui n’était pas castillan. Essayons allors de vérifier dans quelle mesure certaines caractéristiques linguistiques uniques de ces mots sont des léonaisismes. Sur les 24 phénomènes décrits jusqu’à présent comme léonais par la plupart des chercheurs, seuls cinq se sont avérés être exclusivement leonais: deux suffixes nominaux, un trait phonétique chez valverdeiro, un trait phonétique chez lagarteiro et un trait morphologique chez mañego et lagarteiro. C’est pour ça que nous en déduisons que l’importance de l’élément léonais dans ces dialectes a été surévaluée. Mots-clés: léonaisisme, iberoromances occidentaux, typologie, dialectologie.
|
|
|
gallego |
ESPAÑA, CÁCERES, Eljas, San Martín de Trevejo, Valverde del Fresno |
fala de Xálima, leonesismos |
|