Passar para o conteúdo principal

Bibliografia multidisciplinar da fronteira Portugal-Espanha

Mostrando 111 - 120 de 4879
No items
ID Tipología Título Ruta Título da revista Título do livro Título do volume Siglas Autoría Autor normalizado Editores de livros Editores de volume Director Tipo de comunicación (campo indexado) Tipo de audiovisual Fecha (campo indexado) Localidad Editorial Organismo Universidad Frecuencia (campo indexado) Año Año del primer número Año de finalización ISSN/Dep. Legal Volumen Número Páginas Duración (min.) Descripción ISBN DOI (campo indexado) Sitio web (campo indexado) Publicación Sinopse do conteúdo Notas Reseñas Lengua (campo indexado) Área geográfica (campo indexado) Palabras clave Fichas bibliográficas relacionadas
183375 Artigo de revista A fronteira de Serpa no século XVIII: Fortificações e organização do espaço /fichas-bibliograficas/fronteira-de-serpa-no-seculo-xviii-fortificacoes-e-organizacao-do-espaco

O Pelourinho: Boletín de Relaciones Transfronterizas

Quaresma, António Martins; Garcia, João Carlos

, Quaresma, António Martins, Garcia, João Carlos 2021 25 125-142 https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=7949673

[Resumo extraído da fonte]

O rio Chança, importante afluente do troço final do Guadiana, constituiu uma linha de delimitadora entre Portugal e Castela, desde o século XIII. Na realidade, trata-se de uma linha fronteiriça de carácter natural, utilizada, não porque o curso de água constituísse qualquer grande obstáculo físico ou separasse realidades económicas, sociais ou culturais diferentes, mas porque era funcional nas paralelas avançadas da reconquista por parte dos Estados cristãos ibéricos. Em 1707, aquando da Guerra da Sucessão de Espanha, foi através da fronteira do Chança que o exército do Duque de Osuma introduziu o seu exército em Portugal, para atacar as praças de Serpa e Moura, a primeira dotada de um pequeno forte abaluartado, do tempo da Guerra da Restauração (1640-1668), mas sustentando a sua defesa nos velhos muros medievais; a segunda sobretudo defendida por uma cerca abaluartada, também construída no século XVII. Depois de alguns meses ocupadas, as duas vilas e praças foram evacuadas pelos exércitos espanhóis, não sem antes terem feito explodir parte das suas obras defensivas. Finalizada a guerra, somente Serpa foi beneficiada com algumas obras na fortificação, apesar de tudo muito sumárias. A reconstituição deste processo histórico é feita a partir de fontes textuais e de cartografia militar coeva, portuguesa e espanhola, de grande escala, que permitem estabelecer as etapas dos acontecimentos e a relação entre as linhas defensivas levantadas e a estrutura das manchas construídas dos núcleos populacionais.

portugués PORTUGAL, BEJA, Serpa Guerra de Restauración, arquitectura militar, delimitación fronteriza
178191 Artigo de revista A fronteira difusa entre Trás-os-Montes e a Galiza ou as povoações místicas de Santiago, Rubiães e Meãos /fichas-bibliograficas/fronteira-difusa-entre-tras-os-montes-e-galiza-ou-povoacoes-misticas-de

Brigantia

Braga, Isabel M. R. Mendes Drumond

Braga, Isabel M. R. Mendes Drumond 1997 XVII 3-4 3-13 https://www.academia.edu/6602271 portugués ESPAÑA, OURENSE, Baltar, Calvos de Randín Couto Mixto, delimitación fronteriza
180482 Artigo de revista A fronteira do Caia e do Guadiana: um espaço aberto de aproximação, violência e marginalidade (1859-1910) /fichas-bibliograficas/fronteira-do-caia-e-do-guadiana-um-espaco-aberto-de-aproximacao-violencia-e

Callipole. Revista de Cultura

Sena, Arlindo

Sena, Arlindo 2005 13 101- 113

Publicado también en el Boletín de la Real Academia de Extremadura de las Letras y las Artes, n.º 13, 2005, pp. 113-126.

portugués ESPAÑA, BADAJOZ, Badajoz, PORTUGAL, PORTALEGRE, Elvas frontera política
182122 Artigo de revista A fronteira do Minho nos finais da Idade Média: aspectos socio-económicos /fichas-bibliograficas/fronteira-do-minho-nos-finais-da-idade-media-aspectos-socio-economicos

Revista da Faculdade de Letras. História

Rodrigues, Terera de Jesus

Rodrigues, Teresa de Jesus 1998 XV 1 129-138 http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/3998.pdf

ÍNDICE: 1. Introdução | 2. Privilégios concedidos por D. Afonso V às populações do entre Minho e Lima | 3. Importância económica de algumas feiras de fronteira | 4. Outros aspectos | 5. Conclusão

El volumen recoge las comunicaciones presentadas en las IV Jornadas Luso-Espanholas de História Medieval celebradas en Porto en 1997.

portugués ESPAÑA, PONTEVEDRA, PORTUGAL, BRAGA, VIANA DO CASTELO frontera política
182236 Capítulo de livro A fronteira entre galego e portugués. A perspectiva portuguesa /fichas-bibliograficas/fronteira-entre-galego-e-portugues-perspectiva-portuguesa

Contacto de linguas, hibrididade, cambio: contextos, procesos e consecuencias

Álvarez Pérez, Xosé Afonso

Álvarez Pérez, Xosé Afonso

Gugenberger, Eva; Monteagudo, Henrique; Rei-Doval, Gabriel

Santiago de Compostela Consello da Cultura Galega: Instituto da Lingua Galega 2013 97-136 978-84-92923-52-6 https://minerva.usc.es/xmlui/handle/10347/9472

[Resumo procedente da fonte orixinal]

Dadas as naturais limitacións de espazo, os apartados desta contribución serán necesariamente sumarios. En primeiro lugar, daranse unhas notas sobre o nacemento do reino de Portugal e o establecemento progresivo dunha fronteira que o afasta de Galicia. No segundo apartado reflexionarase sobre o propio concepto de espazo fronteirizo, as relacións que se tecen entre os dous lados da Raia e as súas implicacións lingüísticas, exemplificadas sobre todo co clásico estudo de Maria José de Moura Santos. A terceira sección dá conta das reflexións dalgúns lingüistas portugueses contemporáneos sobre o estatuto do galego e do portugués. O cuarto capítulo quere comentar diferentes materiais lingüísticos ou bibliográficos que poden ser de interese para o estudo dos falares portugueses setentrionais, mentres que o quinto está consagrado á (breve) presentación de diferentes proxectos e traballos, desenvolvidos desde Portugal nos últimos dez anos, dedicados ao estudo do portugués setentrional e, na maioría dos casos, ao establecemento de comparacións coa lingua falada do outro lado da Raia.

gallego ESPAÑA, OURENSE, PONTEVEDRA, PORTUGAL delimitación fronteriza, gallego, portugués, frontera gallego-portuguesa
183145 Artigo de revista A fronteira galego-portuguesa. Actitudes e percepcións lingüísticas /fichas-bibliograficas/fronteira-galego-portuguesa-actitudes-e-percepcions-linguisticas

Cadernos de Lingua

Díaz Nicolino, Lucía

Díaz Nicolino, Lucía 2020 38 53-76 http://publicacionsperiodicas.academia.gal/index.php/Cadernos/article/view/781

[Resumen extraído de la fuente original]

A fronteira galego-portuguesa conta cunha riqueza cultural que a fai exclusiva. Durante décadas, ambos os lados da raia estiveron fortemente ligados, con sistemas económicos interdependentes e con relacións sociais constantes. Esta interacción constante provocou que a lingua falada a un lado e outro da raia comparta características que a fan identificarse como a mesma. As propias relacións sociais poderán explicar o porque das percepcións e actitudes que teñen galegos e portugueses da comunidade veciña.
Esta investigación fundaméntase nun traballo de campo desenvolvido na comarca galega de Verín e no distrito portugués de Vila Real, territorios limítrofes. A través das declaracións dos falantes tentouse analizar ata que punto as actitudes e as percepcións lingüísticas son reflexo das propias relacións sociais entre galegos e portugueses. Palabras chave: fronteira galego-portuguesa, actitudes lingüísticas, percepcións lingüísticas.

The Galician-Portuguese border. Linguistic attitudes and perceptions

The Galician-Portuguese border has a cultural richness that makes it exclusive. For decades, both sides of the line have been strongly linked, with interdependent economic systems and constant social relations. This constant interaction has caused the language spoken on either side of the line to share characteristics that make it identify as the same. The social relations themselves will be able to explain the reason for the perceptions and attitudes of Galicians and Portuguese in the neighbouring community. This research is based on fieldwork carried out in the Galician region of Verín and in the Portuguese district of Vila Real, bordering territories. Through the statements of the speakers, an attempt was made to analyse the extent to which linguistic attitudes and perceptions are a reflection of the social relations between Galicians and Portuguese. Key words: Galician-Portuguese border, linguistic attitudes, linguistic perceptions.

gallego ESPAÑA, OURENSE, Cualedro, Oímbra, Verín, Vilardevós, PORTUGAL, VILA REAL, Chaves, Montalegre conciencia/identidad lingüística, frontera gallego-portuguesa, contrabando, comercio
179155 Artigo de revista A fronteira Hispano-Portuguesa (Ensaio de Geografia Política) /fichas-bibliograficas/fronteira-hispano-portuguesa-ensaio-de-geografia-politica

O Instituto

Basto, Artur de Magalhães

Basto, Artur de Magalhães 1923 LXX 57-69 / 103-117 https://digitalis-dsp.uc.pt/institutocoimbra/UCBG-A-24-37a41_v070/UCBG-A-24-37a41_v070_item1/UCBG-A-24-37a41_v070.pdf

[Resumo extraido da fonte]

Tendo tido a intenção de preparar un trabalho sôbre a froteira hispano-portuguesa, com destino ao Congresso Scientífico Luso-Espanhol, em 1921 realizado no Porto, o Sr. Prof. Mendes Correa organizou um inquérito junto dos professores primários e dos comandantes de postos da Guarda-Fiscal das regiões froteiriças. O trabalho chegou a ser anunciado no programa do Congresso, mas algumas das respostas vieram tão tarde que não pode aquele professor elaborá-lo a tempo. Por essa razão, e como, perdida aquela oportunidade, outros assuntos lhe chamassem mais fortemente a sua atenção de investigador, obsequiosametne pôs a micha disposição as respostas do inquérito que organizara. Ao mesmo tempo que louvo e agradeço a solicitude dos autores das respostas aludidas, agradeço ao Sr. Prof. Mendes Correa a sua concessão de tão interessantes materiais e as indicações que me gorneceu para a elaboração do meu trabalho, que não passa dum simples ensaio, embora feito com a maior imparcialidade.

Analogias étnicas. Diferenças no trajo e na vida social

portugués ESPAÑA, BADAJOZ, Olivenza, CÁCERES, Valencia de Alcántara, PONTEVEDRA, Tui, PORTUGAL, BEJA, Barrancos, Moura, Mértola, Serpa, BRAGANÇA, Bragança, Freixo de Espada à Cinta, Miranda do Douro, Mogadouro, Vimioso, Vinhais, CASTELO BRANCO, Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Penamacôr, Vila Velha de Ródão, FARO, Alcoutim, Vila Real de Santo António, GUARDA, Almeida, Figueira de Castelo Rodrigo, Sabugal, PORTALEGRE, Arronches, Campo Maior, Elvas, Marvão, Portalegre, VIANA DO CASTELO, Caminha, Melgaço, Monção, Valença, Vila Nova de Cerveira, VILA REAL, Chaves, ÉVORA, Alandroal, Mourão, Reguengos de Monsaraz frontera política, delimitación fronteriza, fronteras culturales, demografía, desarrollo regional y local, usos y costumbres, fiestas populares, religiosidad popular, alimentación
179922 Trabalho inédito A fronteira lingüística do galego en León e Zamora /fichas-bibliograficas/fronteira-linguistica-do-galego-en-leon-e-zamora

Seco Orosa, Ana

Seco Orosa, Ana 1997

Tese de licenciatura inédita, defendida na Facultade de Filoloxía da Universidade de Santiago de Compostela.

gallego ESPAÑA, ZAMORA, Hermisende, Lubián, Pedralba de la Pradería, Porto de Sanabria Portelas, As, Sanabria, isoglosas
179298 Artigo de revista A fronteira luso-castelhana na Idade Média /fichas-bibliograficas/fronteira-luso-castelhana-na-idade-media

Revista da Faculdade de Letras. História

IV Jornadas Luso-Espanholas de História Medieval: Comunicações (Revista da Faculdade de Letras. História, XV, 1)

Ventura, Leontina 

Ventura, Leontina

Marques, José (coord.)

Porto Faculdade de Letras da Universidade do Porto 1998 XV 1 25-52 ISSN: 0871-164X http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/3993.pdf

El volumen recoge las comunicaciones presentadas en las IV Jornadas Luso-Espanholas de História Medieval celebradas en Porto en 1997.

portugués ESPAÑA, PORTUGAL frontera política, Reino de León, Tratado de Alcañices (1297), repoblación
181559 Capítulo de livro A fronteira xeográfica do Miño: ¿tamén fronteira prosódica? /fichas-bibliograficas/fronteira-xeografica-do-mino-tamen-fronteira-prosodica

Studies in contrastive linguistics: Proceedings of the 4th International Contrastive Linguistics Conference Santiago de Compostela

Fernández Rei, Elisa
Moutinho, Lurdes de Castro

, Fernández Rei, Elisa, Moutinho, Lurdes de Castro

Mourón Figueroa, Cristina; Moralejo Gárate, Teresa (coords.)

Santiago de Compostela Universidade de Santiago de Compostela 2006 265-276 84-9750-648-0 http://pfonetica.web.ua.pt/files/publicacoes/2006_front_prosod_Rei-Moutinho.doc

[Resumen extraído de la introducción del capítulo]

Propómonos presentar o estudo dun caso exemplar de variación entoacional nos dous lados do Miño –o Alto Minho portugués e o Baixo Miño galego. Trátase de dúas comarcas fronteirizas situadas nas marxes do río Miño: a comarca galega está constituída polos concellos da Guarda, O Rosal, Oia, Tomiño e Tui; e a comarca portuguesa polos concellos de Monção, Melgaço, Valença, Vila Nova de Cerveira, Caminha, Paredes de Coura, Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Viana do Castelo [...]Partindo do presuposto de que a entoación máis común do galego é diferente dos modelos entoacionais normalmente descritos para o portugués, comparamos as realizacións galega e portuguesa a ambos lados do río Miño, co fin de verificarmos se esa distinción se mantén ou se esa fronteira non constitúe unha barreira en termos prosódicos.

gallego ESPAÑA, PONTEVEDRA, Guarda, A, Oia, Rosal, O, Tomiño, Tui, PORTUGAL, VIANA DO CASTELO, Arcos de Valdevez, Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Viana do Castelo, Vila Nova de Cerveira prosodia