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Bibliografía multidisciplinar de la frontera hispano-portuguesa

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ID Tipología Título Ruta Título de la revista Título del libro Título del volumen Siglas Autores Autoría Autor normalizado Editores del libro Editores del volumen Director Tipo de comunicación Tipo de audiovisual Fecha Localidad Editorial Organismo Universidad Frecuencia Año Año del primer número Año de finalización ISSN/Dep. Legal Volumen Número Páginas Duración (min.) Descripción ISBN DOI Sitio web Publicación Sinopsis de contenido Notas Reseñas Lengua Tema Área geográfica Palabras clave (campo indexado) Fichas bibliográficas relacionadas
181636 Actas de congreso Distribución diatópica das denominacións para a ‘árbore da mazá’ desde a época medieval aos nosos días /fichas-bibliograficas/distribucion-diatopica-das-denominacions-para-arbore-da-maza-desde-epoca

Cartografías del Portugués. Lengua, Literatura, Cultura y Didáctica en los Espacios Lusófonos. Actas del IV Congreso Internacional de la SEEPLU (Cáceres, 11 al 13 de noviembre de 2015)

Alonso Parada, Raquel

Alonso Parada, Raquel

Fernández García, M.ª Jesús; Carrasco González, Juan M.

Comunicación Cáceres SEEPLU (Sociedad Extremeña de Estudios Portugueses y de la Lusofonía) 2016 18-58 978-84-16989-37-9

[Resumen extraído de la fuente original]

Preténse facer un estudo dialectolóxico sobre un dos descendentes de *MATIANARIAMUS, a variable maceira en galego. Para isto, analizáranse os datos de distintos corpora que poden proporcionar información para o noso acometido, e así poder abordalo desde diversas perspectivas: a onomástica, a histórica, a do prestixio na lingua escrita e a da lexicografía, o que determina a estruturación da comunciación en cinco bloques temáticos. Palabras clave: dialectología, cartografía, lexicografía.

Pretendemos hacer un estudio dialectológico sobre uno de los descendientes de *MATIANARIAMUS, la variable maceira en galego. Para ello, se han analizado los datos de distintos corpora que pueden proporcionar información para nuestro propósito, y así poder abordarlo desde diversas perspectivas: la onomástica, la histórica, la del prestigio en la lengua escrita y la de la lexicografía, lo que determina la estruturación de la comunciación en cinco bloques temáticos. Palabras clave: dialectología, cartografía, lexicografía.

ÍNDICE: I. INTRODUCIÓN || II. ÁREAS DIALECTAIS DE MACEIRA III. O ENFOQUE ONOMÁSTICO | 1. Perspectiva toponímica | 2. Perspectiva antroponímica || IV. MACEIRA NA IDADE MEDIA || V. REPRESENTACIÓN DE MACEIRA NA LINGUA ESCRITA MODERNA E CONTEMPORÁNEA | 1. Variantes máis empregadas | 2. Son os autores fieis á súa variante orixinaria? || VI. MACEIRA NA LEXICOGRAFÍA GALEGA || VII. CONCLUSIÓNS FINAIS || VIII. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

gallego Lengua, Lexicología y lexicografía, Trabajos onomasiológicos y semasiológicos, Lingüística histórica y etimología, Onomástica, Sociolingüística. Dialectología y geolingüística, Áreas dialectales y fronteras lingüísticas ESPAÑA, OURENSE, PONTEVEDRA Atlas Lingüístico Galego (ALGa), toponimia, antroponimia
180119 Actas de congreso Diversidades subdialectais do mirandês /fichas-bibliograficas/diversidades-subdialectais-do-mirandes

Actas do Colóquio de Estudos Etnográficos Dr. José Leite de Vasconcelos, vol. 3

Mourinho, António Maria

Mourinho, António Maria Porto Junta de Província do Douro Litoral 1960 329-341 portugués Lengua, Sociolingüística. Dialectología y geolingüística, Áreas dialectales y fronteras lingüísticas PORTUGAL, BRAGANÇA, Miranda do Douro mirandés
182775 Libro Do Castelo. Do Tempo. Arqueologia no Castelo Branco /fichas-bibliograficas/do-castelo-do-tempo-arqueologia-no-castelo-branco

Rechena, Aida; Boavida, Carlos

Coordinador
,
Rechena, Aida, Boavida, Carlos Manuel Pereira Castelo Branco Sociedade de Amigos do Museu Francisco Tavares Proença Júnior 2005 36 978-989-96109-3-4 https://www.academia.edu/11902987

Catálogo da exposição.

misceláneo Pensamiento y mundo cultural, Historia, Arqueología PORTUGAL, CASTELO BRANCO, Castelo Branco arquitectura militar
181782 Actas de congreso Do Mirandês ao Madeirense: A Génese das Escritas Fonéticas /fichas-bibliograficas/do-mirandes-ao-madeirense-genese-das-escritas-foneticas

Ecolinguismo e línguas minoritárias: colóquio internacional sobre ecolinguismo e línguas minoritárias: uma homenagem a Amadeu Ferreira

Rebelo, Helena

Rebelo, Helena

Gómez Bautista, Alberto; Moutinho, Lurdes de Castro; Coimbra, Rosa Lídia (coords.)

Aveiro UA Editora - Universidade de Aveiro 2017 59-95 978-972-789-496-3 https://ria.ua.pt/handle/10773/17060

[Resumen extraído de la fuente original]

Em princípio, uma língua comporta uma vertente oral que pode ganhar uma dimensão escrita, tendo, por definição, duas faces. Mesmo se não a adquire, esta última tem uma existência potencial que pode surgir em qualquer altura evolutiva da componente oral. Se nunca se tornar visível pela escrita, assim que as populações deixarem de falar a sua língua, ela desaparecerá sem deixar rastro. Isso não aconteceu ao Latim porque, enquanto língua morta, se encontra vivificada nos textos escritos que a imortalizam. Veja-se o caso da Língua Portuguesa que completou, em 2014, 800 anos de história, contabilizados a partir do Testamento de D. Afonso II, datado, portanto, de 1214. Todavia, antes de ter este cariz escrito, sobejamente manifestado na Poesia Trovadoresca, com uma raiz Galaico-Portuguesa, era falada pela população, que não usava a Língua Latina Clássica e não sabia escrever. Quem dominava esta arte de gravar a fala fazia-o com flutuações evidenciadas no que se veio a designar como “polimorfismo”. Logo, facilmente se verifica que falar vem antes de escrever: é também assim com a aprendizagem linguística de cada “falante”, ou seja, aquele que fala porque usa a língua, mas também pode saber escrever, desde a infância. É o que sucede com as línguas naturais, as que são faladas, antes de terem escrita. Esta bifacialidade dinâmica das línguas é idêntica para as variedades linguísticas. Aconteceu com a população das terras do Planalto Mirandês, por se ter habituado a falar, desde, segundo consta, a Idade Média, de um modo muito específico e bastante diverso do de outras populações portuguesas. Foi a proximidade com o Reino de Leão que acentuou esta singularidade linguística, tendo de esperar pelo final do século XX para ser reconhecida, legalmente, como a segunda língua oficial de Portugal. Ganhou, então, um pendor escrito que não tinha quando se formou. Observar a génese da escrita, marcadamente fonética, do Mirandês, para quem se acostumou a olhar para a variedade madeirense, ouvindo-a diariamente, é motivo de reflexão. Poderá a variedade regional referida ganhar uma escrita como aconteceu com o Mirandês e sucede com todas as línguas ou variedades que levam séculos a adquirir uma vertente ortográfica? Até que ponto terão semelhanças, a nível gráfico, as duas manifestações linguísticas regionais tão afastadas uma da outra? Não será a “escrita fonética” uma delas? Ao procurarem dar uma escrita ao modo de falar das populações, podem os escritores destas regiões trazer informação pertinente para compreender a origem da escrita das duas manifestações linguísticas regionais portuguesas? A Literatura constitui uma mais-valia para os estudos das línguas, incluindo a questão da escrita de línguas que possuem apenas vertente oral, adquirindo, posteriormente, escrita. Propõe-se, aqui, compreender a génese das escritas fonéticas, partindo da comparação de algumas particularidades de ambas as realidades linguísticas, insistindo, porém, mais detalhamente no léxico da variedade regional madeirense, através da análise de uma recolha decorrida em 1999 com mais de uma centena e meia de vocábulos considerados regionalismos por inquiridos madeirenses. Palavras-chave: Mirandês, Madeirense, Língua, Variedade, bifacialidade linguística, Escrita fonética.

Normally, a language includes an oral component that can make a written dimension, and, by definition, it has two faces. Even if not acquired, this one has a potential existence that can arise at any time of the oral component. If not become visible in writing and none no longer speak the language, it will disappear without a trace. It did not happen to Latin because, while dead language, is reunited in written texts that immortalize it. Take the case of the Portuguese language which, in 2014, has completed 800 years of history, counted from the Testament of Afonso II, dated, therefore, by 1214. However, before having written, its oral face, amply manifested in Poetry troubadour, with a Galician-Portuguese roots, was spoken by the people who did not use the Classical Latin language and could not write. Who mastered this art of recording the speech made it with fluctuations evidenced in what came to be known as "polymorphism". How easily can be seen, talk comes before writing: it is also so in the beginning of the language learning for each “speaker” (one who speaks the language because it uses, but can also know how to write it), since childhood. It is this way with the natural languages that are spoken, before they have written. This dynamic two faces of languages is identical for the language varieties. This happened to the people of Miranda do Douro region who have used to speak, since, as noted, the Middle Ages, in a very specific way and quite different from other Portuguese populations. The proximity to the Kingdom of León contributed to accentuate this linguistic uniqueness, which had to wait for the twentieth century to be recognized legally as the second official language of Portugal. This language won to be written, an inexistent possibility at the beginning. To observe this written genesis, markedly phonetics, for those who got used to look at the Madeiran variety, listening it day after day, it is cause for reflection. May the regional variety have a written as the regional language of Miranda do Douro? These two regional languages demonstrations so far apart can have similarities, at the graphic level? It is possible the “phonetics written” be one of them? In the way to give a written of the population speaking, can the writers of these regions bring relevant information to understand the two Portuguese regional linguistic manifestations? The Literature seems to be important for the language studies, including for the question of writing a language whom as only an oral face, but asking for a writing. It is proposed here to understand the genesis of phonetic writing, based on the comparison of some particularities of the writings of both regional linguistics realities, insisting, however, more in the lexicon of regional Madeiran variety. For that, it will be analysed a list collected in 1999 with more than one hundred and half words classified as regional by the native speakers inquired at Madeira. Keywords: “Mirandês”, Madeiran, Language, variety, linguistic two faces, phonetic writing.

Colóquio Internacional sobre Ecolinguismo e Línguas Minoritárias. Uma homenagem a Amadeu Ferreira (15 e 16 de junho de 2016 - Centro de Línguas, Literaturas e Culturas da Universidade de Aveiro / 17 e 18 de junho de 2016 - II Jornadas de Língua e Cultura Mirandesas, Miranda do Douro).

portugués Lengua, Estudios comparativos y contrastivos, Otras comparaciones y contrastes, Sociolingüística. Dialectología y geolingüística, Normativización PORTUGAL, BRAGANÇA, Miranda do Douro mirandés, escritura fonética
183040 Artículo de revista Do sul da Galiza ao norte de Portugal: uma viagem através da frequência fundamental /fichas-bibliograficas/do-sul-da-galiza-ao-norte-de-portugal-uma-viagem-atraves-da-frequencia

Fórum Lingüístico

Moutinho, Lurdes de Castro; Fernández Rei, Elisa

, Moutinho, Lurdes de Castro, Fernández Rei, Elisa 2008 5 1 63-75 https://doi.org/10.5007/1984-8412.2008v5n1p63 https://periodicos.ufsc.br/index.php/forum/article/view/1984-8412.2008v5n1p63

[Resumo proveniente da fonte]

Este estudo pretende analisar de forma contrastiva a variação prosódica em diferentes estruturas acentuais no sintagma nominal sujeito para dois tipos de frase – declarativo e interrogativo – nas variedades do português europeu (PE) e do galego (Gal.). Os pontos selecionados para a recolha do corpus correspondem a duas zonas urbanas, uma no Norte de Portugal (Braga) e outra no Sul da Galiza (Cangas). Foram analisadas as produções de duas informantes femininas, com escolaridade básica e ambas com mais de 50 anos de idade. A constituição do corpus, recolha e metodologia de análise seguem as diretrizes do projeto AMPER, Atlas Multimédia Prosódico do Espaço Românico (CONTINI et al. 2003), a saber: corpus não lido, extração dos valores de F0, duração e energia das vogais produzidas, recorrendo a aplicações informáticas especialmente concebidas para o projeto AMPER, em ambiente MatLab (ROMANO, 1995 e 1999) e Praat (RILLIARD, 2007).

portugués Lengua, Fonética y fonología ESPAÑA, PONTEVEDRA, Tomiño, PORTUGAL, VIANA DO CASTELO, Valença prosodia, Atlas Multimedia de la Prosodia del Espacio Románico (AMPER)
178790 Libro Doces de festa em Idanha-a-Nova /fichas-bibliograficas/doces-de-festa-em-idanha-nova

Chambino, Eddy; Longo, Paulo

,
Autor
Chambino, Eddy, Longo, Paulo Idanha a-Nova Câmara Municipal de Idanha-a-Nova 2009 81 978-972-8285-43-2 http://www.cm-idanhanova.pt/media/21053/G19J1Z2L_CATALOGO_DOCES.pdf portugués Pensamiento y mundo cultural, Antropología y etnología, Descripciones de aspectos concretos PORTUGAL, CASTELO BRANCO, Idanha-a-Nova alimentación
178220 Artículo de revista Documentação foraleira dionisina de alguns concelhos do Alto Trás-os-Montes /fichas-bibliograficas/documentacao-foraleira-dionisina-de-alguns-concelhos-do-alto-tras-os-montes

Revista Galega de Filoloxía

Costa, Ana Lúcia Pereira; Santana, María Olinda Rodrigues

, Costa, Ana Lúcia Pereira, Santana, Maria Olinda Rodrigues 2006 7 117-141 http://hdl.handle.net/2183/2629

[Resumo extraído da fonte]

O presente artigo pretende dar conta dos resultados alcançados pelo projecto de investigação levado a cabo no âmbito de um curso de mestrado em Cultura Portuguesa, realizado no Departamento de Letras da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Desse projecto resultou uma dissertação de mestrado intitulada Documentação Foraleira Dionisina dos Concelhos de Alfândega da Fé, Carrazeda de Ansiães, Freixo de Espada à Cinta, Macedo de Cavaleiros, Mirandela, Torre de Moncorvo e Vinhais. Contextualização histórico- geográfica e edição (Costa 2003). O grande objectivo desse trabalho foi editar a documentação foralenga outorgada por D. Dinis a localidades que, hodiemamente, se inserem nos concelhos transmontanos supracitados.

This article intends to show the results obtained by the investigation project developed during a master 's degree course in Portuguese Culture, taken place at the Department of Letters of the University of Trás-os-Montes e Alto Douro. That project gave hirth to master s degree dissertation entitled Charter Documentation D. Dinis given to the the population ofAlfândega da Fé, Carrazeda de Ansiães, Freixo de Espada à Cinta, Macedo de Cavaleiros, Mirandela, Torre de Moncorvo and Vinhais. Historical-geographical context and edition (Costa 2003). The main objective of that l-vork was to edit the charter documentation granted by D. Dinis to villages that, nowadays, are part of the populations of the Trás-os-Montes region.

portugués Geografía, Economía, Organización política y social, Administración regional y local, Pensamiento y mundo cultural, Historia, Edad Media PORTUGAL, BRAGANÇA, Alfândega da Fé, Freixo de Espada à Cinta, Macedo de Cavaleiros, Moncorvo, Vinhais Dionisio I (D. Dinis), fueros, administración de justicia, organización territorial, numismática, corpus documental
178412 Libro Documentação Foraleira Dionisina de Trás-os-Montes: breve estudo e edição interpretativa /fichas-bibliograficas/documentacao-foraleira-dionisina-de-tras-os-montes-breve-estudo-e-edicao

Santana, Maria Olinda Rodrigues

Santana, Maria Olinda Rodrigues Lisboa Edições Colibri 2008 280 978-972-772-757-5

ÍNDICE: Introdução ││ Capítulo I. Breve estudo │ 1. A reforma de Gomes Eanes de Zurara │ 2. Tipologia foraleira medieval │ 3. Inventário dsa fontes │ 4. Abordagem temática ││ Capítulo II. Edição interpretativa │ 1. Critérios editoriais │ 2. Normas de transcrição │ 3. Edição interpretativa da documentação foraleira dionisina de Trás-os-Montes │ Texto 1: foral de Rebordãos │ Texto 2: carta de aveça entre D. Dinis e o Mosteiro de Castro de Avelãs │ Texto 3: foral de Sanceriz │ Texto 4: foral de Valverde │ Texto 5: foral de Vila Franca │ Texto 6: foral de Miranda do DOuro │ Texto 7: aforamento colectivo em Penas Róias │ Texto 8: aforamento colectivo de Santulhão │ Texto 9: aforamento colectivo de Pinero │ Texto 10: aforamento colectivo de Argoselo │ Texto 11: carta de sentença entre D. Dinis e o Mosteiro de Castro de Avelãs │ Texto 12: foral de Frieira │ Texto 13: foral de Gostei e Castanheira │ Texto 14: carta de escambo de Outeiro de Muas por Gostei e Castanheira │ Texto 15: foral de Outeiro e de Muas │ Texto 16: aforamento colectivo en Vale de Cadelas │ Texto 17: carta de mercê de Miranda do Douro │ Texto 18: carta de escambo de Caçarelhos por Sanceriz │ Texto 19: aforamento colectivo de vilar de Refóios │ Texto 20: foral de Castro Vicente │ Texto 21: foral de Arrufe │ Texto 22: foral de Vale de Nogueira │ Texto 23: foral de Ciduedo │ Texto 24: foral de Pomares │ Texto 25: foral de Bemposta │ Texto 26: carta de sentença entre Castro Vicentte e Chacim │ Texto 27: carta de sentença entre D. Dinis e o Mosteiro de Castro de Avelãs │ Texto 28: carta de mercê de Bemposta │ Texto 29: carta de mudança de Mirandela │ Texto 30: aforamento colectivo de Lagoaça │ Texto 31: foral de Torre de D. Chama │ Texto 32: foral de Vilarinho de Castanheira │ Texto 33: foral de Vale de Prados │ Texto 34: aforamento colectivo de Agrochão │ Texto 35: foral de Ervedosa │ Texto 36: aforamento colectivo de Vale de Telhas │ Texto 37: foral de Mirandela │ Texto 38: carta de avença entre o rei e o concelho de Mirandela │ Texto 39: carta de doação de Torre de D. Chama a Mirandela │ Texto 40: foral de Alfândega de Fé │ Texto 41: foral de Vila de Conde │ Texto 42: carta de foro de Cabeça do Conde │ Texto 43: foral de Torre de D. Chama │ Texto 44: carta de confirmação a Mestre Julião │ Texto 45: carta de mercê de Vilarinho da Castanheira │ Texto 46: carta de doação a Mestre Julião │ Texto 47: foral de Sesulfe │ Texto 48: foral de Sesulfe │ Texto 49: carta de sentença entre Torre de D. Chama e Mirandela │ Texto 50: carta de composição entre Alfêndega de Fé e Sambade │ Texto 51: carta de mercê de Vila de Paço │ Texto 52: carta de mercê de Lomba │ Texto 53: foral da Lomba │ Texto 54: foral de Vila Flor │ Texto 55: foral de Vila Flor │ Texto 56: foral de Nozelos │ Texto 57: carta de mercê a Freixo de Espada à Cinta │ Texto 58: aforamento colectico de Carvalheljos │ Texto 59: aforamento colectivo de Sessergo │ Texto 60: aforamento colectivo de Curros │ Texto 61: aforamento colectivo de Vilarinho │ Texto 62: aforamento colectivo de Lavradas │ Texto 63: aforamento colectivo de Mosteiró │ Texto 64: carta de mercê de Chaves │ Texto 65: aforamento colectivo de Carvalhais │ Texto 66: aforamento colectivo de S. Mamede │ Texto 67: carta de sentença de Paredes e Corvedo │ Texto 68: carta de sentença entre os juízes de Montalegre e os homens de Capões │ Texto 69: carta de sentença para os moradores de Lapela │ Texto 70: carta de doação do concelho de Montalegre │ Texto 71: carta de foro de Gralhas │ Texto 72: aforamento colectivo de Bomsiso │ Texto 73: carta de foro de Canedo │ Texto 74: carta de confirmaçãoo de Vila Boa de Montenegro │ Texto 75: foral de Vila Boa de Montenegro │ Texto 76: carta de mercê a Vila Boa de Montenegro │ Texto 77: carta de procuração de Chaves para reaver o concelho de Montenegro │ Texto 78: carta de procuração do concelho de Chaves para reaver o concelho de Montenegro │ Texto 79: carta de mercê ao concelho de Chaves │ Texto 80: carta de doação ao concelho de Chaves │ 81: novo foral de Montenegro │ Texto 82: carta de doação de Montenegro ao concelho de Chaves │ Texto 83: carta de mercê ao concelho de Chaves │ Texto 84: carta de sentença do concelho de Chaves │ Texto 85: aforamento colectivo de Ovelhã │ Texto 86: aforamento colectivo de Calvos │ Texto 87:  aforamento colectivo de Soutelinho │  Texto 88: aforamento colectivo de Freixeda │ Texto 89: aforamento colectivo de Gralheira │ Texto 90: aforamento colectivo de Vila do Conde │ Texto 91: aforamento colectivo de Tinhela │ Texto 92: aforamento colectivo de Valoura │ Texto 93: carta de doação de Hales a Maria Afonso │ Texto 94: foral de Jales │ Texto 95: foral de Vila Real │ Texto 96: foral de Vila Real │ Texto 97: carta de procuração de Vila Real │ Texto 98: aforamento colectivo de Abaças │ Texto 99: carta de contenda entre D. Dinis e o Cabido de Braga │ Texto 100: aforamento colectivo de Sanguinhedo │ Texto 101: carta de foto de Murça │ Texto 102: foral de Favaios ││ Conclusão ││ Referências bibliográficas 

portugués Geografía, Descripción geográfico-histórica de un territorio, Economía, Organización política y social, Administración regional y local, Pensamiento y mundo cultural, Historia, Edad Media PORTUGAL, BRAGANÇA, Alfândega da Fé, Freixo de Espada à Cinta, Miranda do Douro, VILA REAL, Chaves, Montalegre Trás-os-Montes, fuentes documentales y archivos, organización territorial, fueros, impuestos y tributos, administración de justicia
181864 Artículo de revista Documentação linguística das zonas raianas de Portugal e Espanha: o projeto Frontespo, com análise do caso da Beira Baixa / Extremadura espanhola /fichas-bibliograficas/documentacao-linguistica-das-zonas-raianas-de-portugal-e-espanha-o-projeto

Revista da Associação Portuguesa de Linguística

Brissos, Fernando

Brissos, Fernando Jorge Costa 2017 3 21-49 http://hdl.handle.net/10451/32728

[Resumen extraído de la fuente original]

This paper takes on two main objectives. The first is to present and depict the project Frontespo – Frontera hispano-portuguesa: documentación lingüística y bibliográfica [Spanish-Portuguese frontier: linguistic and bibliographic documentation], which aims at producing a comprehensive linguistic documentation of the frontier area between Portugal and Spain. The second objective is to study the stressed vowel systems of a specific border area located in the central interior part of Portugal, which, despite not having been subject to a detailed depiction up to this day, is decisive in understanding the constitution of Portuguese central-southern dialects as a whole, as recent studies have shown. The results are clear in (i) allowing for the description of the area’s vowel systems and (ii) improving our view on the history of central-southern Portuguese. This study therefore exemplifies the type of linguistic approach that a project like Frontespo allows for and, more importantly, the need for new, comprehensive language documentation projects in Portugal. Keywords: Language  documentation, Spanish-Portuguese  border, central-southern Portuguese vowel system, central interior Portuguese dialects. Palavras-chave: Documentação linguística, fronteira Portugal-Espanha, sistema vocálico do centro-sul português, dialetos do centro-interior português.

ÍNDICE: 1. Documentação  linguística  das  zonas  raianas  de  Portugal  e  Espanha:  o  projeto Frontespo || 2. Para  a  origem  do  vocalismo  tónico  do  centro-interior  português  e  dos  dialetos meridionais portugueses | 2.1. Introdução e problema | 2.2. Metodologia | 2.3. Resultados || 3. Conclusão || Referências || Anexo: Mapas

portugués Lengua, Fonética y fonología, Sociolingüística. Dialectología y geolingüística, Áreas dialectales y fronteras lingüísticas PORTUGAL, CASTELO BRANCO, Castelo Branco, Idanha-a-Nova proyectos de investigación, vocalismo tónico, Malpica do Tejo, Monforte da Beira, Rosmaninhal, Segura, Salvaterra do Extremo, Toulões, Torre, Monfortinho, FRONTESPO
182054 Artículo de revista Documentación antigua sobre las localidades de habla portuguesa Herrera de Alcántara y Cedillo /fichas-bibliograficas/documentacion-antigua-sobre-las-localidades-de-habla-portuguesa-herrera-de

Revista de Estudios Extremeños

Carrasco González, Juan M.

Carrasco González, Juan María 2017 LXXIII 3 2567-2592 https://www.dip-badajoz.es/cultura/ceex/reex_digital/reex_LXXIII/2017/T.%20LXXIII%20n.%203%202017%20sept.-dic/93064.pdf

[Resumen extraído de la fuente original]

Herrera de Alcántara y Cedillo son dos localidades de la provincia de Cáceres donde se habla tradicionalmente portugués. Los estudios de dialectología existentes, como la monografía de Maria da Conceição Vilhena, no habían identificado de forma completa la historia de estos lugares. En este trabajo ofrecemos nuevos datos históricos que sirven para comprender mejor de qué manera la lengua portuguesa surge y se mantiene allí hasta nuestros días. Palabras clave: Lengua portuguesa, dialectos de Extremadura, dialectos fronterizos, Herrera de Alcántara, Cedillo. 

Herrera de Alcántara and Cedillo are two villages of the province of Cáceres where Portuguese is spoken traditionally. The existing dialectology studies, as the monograph of Maria da Conceição Vilhena, have not identified completely the history of these places. In this work we will offer new historical evidences that will lead to a better understanding of how the Portuguese language originates and remains to this day on these villages. Keywords: Portuguese language, dialects of Extremadura, border’s dialects, Herrera de Alcántara, Cedillo.

español Lengua, Lingüística histórica y etimología, Historia externa, Onomástica ESPAÑA, CÁCERES, Cedillo, Herrera de Alcántara portugués, corpus documental