O mundo indígena e a sua romanização na área céltica do território hoje português

Diretor: 
Armando Coelho Ferreira da Silva
Tipologia: 
Tese
Universidade: 
Universidade de Lisboa
Ano de finalização: 
1998
Páginas: 
3 vols.
Sinopse do conteúdo: 

ÍNDICE: Introdução || 1. O espaço do Sudoeste no Portugal mediterrâneo | 1.1. Breve caracterização geográfica | 1.1.1. Os recursos naturais | 1.1.2. Litoral e interior | 1.2. O Sudoeste da Península Hispânica nas vésperas da Romanização | 1.2.1. Os autores greco-latinos | 1.3. Os autores contemporâneos || 2. Unidade e diversidade: os dados da questão | 2.1. Os levantamentos arqueológicos do Sudoeste | 2.1.1. Fonnas e padrões de povoamento | 2.2. Análise de alguns casos concretos | 2.2.1. A Cabeça de Vaiamonte e o nordeste alentejano | 2.2.2. O Castelo Velho de Santiago do Cacém (Mirobriga?) | 2.2.3. A ocupação pré-romana de Beja |  2.2.4. A margem esquerda do Guadiana | 2.2.5. Garvão (Ourique) | 2.2.6. A área de Neves-Corvo (Castro Verde / Almodôvar) | 2.2.7. Mesas do Castelinho (Almodôvar) | 2.2.8. Que modelos para o povoamento antigo do sudoeste peninsular? | 2.3. Atitudes em face da morte: necrópoles e ritos funerários | 2.3.1. A necrópole do Olival do Senhor dos Mártires (Alcácer do Sal) e outros sítios da Península de Setúbal | 2.3.2. A necrópole da Herdade da Chaminé (Elvas) e outras necrópoles do Alto Alentejo | 2.3.3. A necrópole do Monte da Cardeira, Alandroal | 2.3.4. As incógnitas das estruturas funerárias do Baixo Alentejo e Algarve | 2.4. Cultos: Deuses, lugares, estruturas e formas cultuais | 2.5. O Tempo, essa "ingrata e fugidia" referência || 3. Os dados da cultura material | 3.1. As cerâmicas de tradição local/regional | 3.1.1. As cerâmicas: fonnas e cronologias | 3.2. A metalurgia local | 3.2.1. Bronzes: os adornos | 3.2.2. O ferro: armas e utensílios do quotidiano | 3.2.3. A ourivesaria | 3.3. As importações | 3.3.1. As cerâmicas importadas | 3.3.2. Outras importações | 3.4. O mundo indígena do interior nas vésperas da conquista romana: unidade ou diversidade; mundos abertos ou fechados? | 3.4.1. Que modelos sociais para o mundo indígena do Portugal Mediterrâneo? || 4. Os impactes da presença romana | 4.1. Cronologia e rotas das campanhas militares de conquista: a aparente invisibilidade da guerra | 4.1.1. Locais de estacionamento de tropas explicitamente referidos por Autores greco-Iatinos ou sugeridos por topónimos antigos e seu contexto regional | 4.1.2. Locais de presumível função militar sugerida pela moderna toponímia | 4.1.3. Supostos lugares de estabelecimento de tropas sugeridos pela investigação recente | 4.1.4. Locais onde seguramente estacionaram tropas romanas | 4.1.5. Os castella do Sudoeste | 4.1.6. Instalações romanas: tipos e relação com as pré-existências | 4.2. A "presença" romana, manifestada nas importações | 4.2.1. As cerâmicas de mesa (campanienses e "paredes finas") | 4.2.3. As ânforas e outras cerâmicas comuns | 4.3. Um mundo em transformação no âmbito do quotidiano | 4.3.1. Lucemas e moeda | 4.3.2. As imitações de cerâmicas romanas, produzidas em âmbito hispânico e local | 4.3.3 . Indícios de literacia - grafitos sobre cerâmica e epigrafia | 4.4. Um mundo em transformação na sua geografia social e política | 4.4.1. Novos centros políticos | 4.4.2. Novas formas de explorar os recursos | 4.4.3. Novos centros religiosos || Conclusão || Apêndice Numismático || Figuras || Bibliografia || Índice Geral

Notas: 

Tese de doutoramento em Arqueologia.

Língua: 
Última modificação: 
19/05/2021 - 21:43