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Portugués en La Alamedilla: antes y ahora

El informante Juan (nacido en 1943) explica la vitalidad del portugués cuando era niño frente a la situación actual, retornado a la aldea después de varias décadas emigrado en Madrid.

[grabación de audio en SoundCloud]

Puntos de encuesta del Corpus oral de la frontera hispano-portuguesa

Indicamos, a continuación, las localidades exploradas por nuestro proyecto y el número de entrevistas que se realizaron en cada una de ellas. Progresivamente, se irán subiendo los materiales (ficheros de vídeo y de audio y transcripciones) a nuestro sitio web. Si tiene interés en consultar grabaciones que todavía no estén disponibles públicamente, escríbanos a frontespo@gmail.com

 

Pontevedra (España): 7 entrevistas

Medáns (As Neves): 2 entrevistas

San Xosé de Ribarteme (As Neves): 1 entrevista

Sela (Arbo): 4 entrevistas

 

Viana do Castelo (Portugal): 9 entrevistas

Cabreiro (Arcos de Valdevez): 1 entrevista

Igreja (Arcos de Valdevez): 1 entrevista

Messegães (Monção): 5 entrevistas

Sobreira (Arcos de Valdevez): 2 entrevistas

 

Ourense (España): 8 entrevistas

Calvos (Calvos de Randín): 4 entrevistas

Rubiás dos Mixtos (Calvos de Randín): 4 entrevistas

 

Vila Real (Portugal): 10 entrevistas

Pitões das Júnias (Montalegre): 5 entrevistas

Tourém (Montalegre): 5 entrevistas

 

Zamora (España): 8 entrevistas

Castromil (Hermisende): 4 entrevistas

Hermisende (Hermisende): 4 entrevistas

 

Bragança (Portugal): 7 entrevistas

Moimenta (Vinhais): 4 entrevistas

Travanca (Vinhais): 3 entrevistas

 

Salamanca (España): 20 entrevistas

Aldea del Obispo (Aldea del Obispo): 4 entrevistas

La Alamedilla (La Alamedilla): 6 entrevistas

La Bouza (La Bouza): 4 entrevistas

Navasfrías (Navasfrías): 4 entrevistas

Puerto Seguro (Puerto Seguro): 1 entrevista

Villar de Argañán (Villar de Argañán): 1 entrevista

 

Guarda (Portugal): 21 entrevistas

Aldeia da Ponte (Sabugal): 4 entrevistas

Escarigo (Figueira de Castelo Rodrigo): 3 entrevistas

Foios (Sabugal): 4 entrevistas

Malpartida (Almeida): 3 entrevistas

São Pedro de Rio Seco (Almeida): 3 entrevistas

Vale da Mula (Almeida): 4 entrevistas

 

Cáceres (España): 43 entrevistas

Eljas (Eljas): 5 entrevistas

Herrera de Alcántara (Herrera de Alcántara): 7 entrevistas

Piedras Albas (Piedras Albas): 5 entrevistas

San Martín de Trevejo (San Martín de Trevejo): 5 entrevistas

Valverde del Fresno (Valverde del Fresno): 18 entrevistas

Zarza la Mayor (Zarza la Mayor): 3 entrevistas

 

Castelo Branco (Portugal): 28 entrevistas

Malpica do Tejo (Castelo Branco): 5 entrevistas

Monforte da Beira (Castelo Branco): 5 entrevistas

Monfortinho (Idanha-a-Nova): 4 entrevistas

Rosmaninhal (Idanha-a-Nova): 3 entrevistas

Salvaterra do Extremo (Idanha-a-Nova): 4 entrevistas

Segura (Idanha-a-Nova): 3 entrevistas

Torre (Castelo Branco): 2 entrevistas

Toulões (Idanha-a-Nova): 2 entrevistas

 

Badajoz (España): 10 entrevistas

El Marco (La Codosera): 1 entrevista

La Codosera (La Codosera): 5 entrevistas

La Rabaza (La Codosera): 4 entrevistas

 

Portalegre (Portugal): 8 entrevistas

Alegrete (Portalegre): 3 entrevistas

Esperança (Arronches): 4 entrevistas

Várzea Grande (Arronches): 1 entrevista

 

Huelva (España): 30 entrevistas

Barcia Zapatero (Sanlúcar de Guadiana): 1 entrevista

El Almendro (El Almendro): 1 entrevista

El Granado (El Granado): 1 entrevista

El Romerano (Sanlúcar de Guadiana): 4 entrevistas

Fuente Santa (San Silvestre de Guzmán): 1 entrevista

La Estacada (Ayamonte): 2 entrevistas

La Fontanilla (Ayamonte): 2 entrevistas

La Parra (San Silvestre de Guzmán): 1 entrevista

La Zaballa (Ayamonte): 1 entrevista

Paymogo (Paymogo): 4 entrevistas

Puebla de Guzmán (Puebla de Guzmán): 1 entrevista

Puerto de la Laja (El Granado): 2 entrevistas

San Silvestre de Guzmán (San Silvestre de Guzmán): 4 entrevistas

Sanlúcar (Sanlúcar de Guadiana): 5 entrevistas

 

Faro (Portugal): 8 entrevistas

Alcoutim (Alcoutim): 4 entrevistas

Guerreiros do Rio (Alcoutim): 1 entrevista

Laranjeiras (Alcoutim): 3 entrevistas

MADISON – Mapa Dialectal Sonoro

O Mapa Dialectal Sonoro (ligação) do Centro de Linguística da Universidade de Lisboa constitui uma amostragem do panorama dialectal português do último quartel do séc. XX. Os fragmentos apresentados baseiam-se nas recolhas efectuadas com vista à realização de vários atlas linguísticos. [...] Todas as localidades inquiridas, para os diferentes Atlas, são pequenas localidades rurais ou piscatórias, pouco populosas. Os informantes, homens ou mulheres, são indivíduos nascidos na localidade e aí residentes em permanência, considerados representativos do falar local. Têm, preferencialmente, idades não inferiores a 50 anos e são analfabetos ou de reduzida escolaridade, para evitar interferências da norma escrita. Para além das respostas aos questionários, e tendo sobretudo como objectivo o estudo da sintaxe, recolheu-se fala espontânea, constituída por narrativas de actividades tradicionais, de festas, de usos, de acontecimentos locais e de experiências individuais, que permitiu paralelamente reunir muita informação etnográfica.

MADISON apresenta excertos de entrevistas em diversas localidades próximas da fronteira; de Oeste para Leste e de Norte para Sul:

Vila Praia de Âncora, Caminha, Viana do Castelo
Bade, Valença do Minho, Viana do Castelo
Estrica, Arcos de Valdevez, Viana do Castelo
Castro Laboreiro, Melgaço, Viana do Castelo
Santo André, Montalegre, Vila Real
Sonim, Valpaços, Vila Real
Travanca, Vinhais, Bragança
Riodonor, Bragança, Bragança
Guadramil, Bragança, Bragança
Outeiro, Bragança, Bragança
Constantim, Miranda do Douro, Bragança
Duas Igrejas, Miranda do Douro, Bragança
Sendim, Miranda do Douro, Bragança
Larinho, Torre de Moncorvo, Bragança
Escalhão, Figueira de Castelo Rodrigo, Guarda
Fóios, Sabugal, Guarda
 Monsanto, Idanha-a-Nova, Castelo Branco
Malpica do Tejo, Castelo Branco, Castelo Branco
Nisa, Nisa, Portalegre
Alpalhão, Nisa, Portalegre
Porto da Espada, Marvão, Portalegre
Campo Maior, Campo Maior, Portalegre
São Romão, Vila Viçosa, Évora
 Carrapatelo, Reguengos de Monsaraz, Évora
 Barrancos, Barrancos, Beja
Serpa, Serpa, Beja
Álamo, Mértola, Beja
Laranjeiras, Alcoutim, Faro

Documentação linguística das zonas raianas de Portugal e Espanha: o projeto Frontespo, com análise do caso da Beira Baixa / Extremadura espanhola

Publicou-se um artigo do Prof. Fernando Brissos (Centro de Linguística da Universidade de Lisboa) sobre o projeto FRONTESPO. A contribuição intitula-se Documentação linguística das zonas raianas de Portugal e Espanha: o projeto Frontespo, com análise do caso da Beira Baixa / Extremadura espanhola e aparece no número 3 da revista da Associação Portuguesa de Linguística.

Resumo (em inglês): 

This paper takes on two main objectives. The first is to present and depict the project Frontespo – Frontera hispano-portuguesa: documentación lingüística y bibliográfica [Spanish-Portuguese frontier: linguistic and bibliographic documentation], which aims at producing a comprehensive linguistic documentation of the frontier area between Portugal and Spain. The second objective is to study the stressed vowel systems of a specific border area located in the central interior part of Portugal, which, despite not having been subject to a detailed depiction up to this day, is decisive in understanding the constitution of Portuguese central-southern dialects as a whole, as recent studies have shown. The results are clear in (i) allowing for the description of the area’s vowel systems and (ii) improving our view on the history of central-southern Portuguese. This study therefore exemplifies the type of linguistic approach that a project like Frontespo allows for and, more importantly, the need for new, comprehensive language documentation projects in  Portugal.

Aldeas de habla portuguesa en La Codosera

El Prof. Juan Carrasco, miembro de FRONTESPO, ha publicado recientemente el trabajo "Aldeas de habla portuguesa en La Codosera"

Referencia bibliográfica: Carrasco González, Juan M. (2017): "Aldeas de habla portuguesa en La Codosera", Norba. Revista de historia, nº 27-28 (2014-2015) [Homenaje al Prof. Dr. Fernando Serrano Mangas], pp. 157-169. 

Resumen: El origen de las aldeas de habla portuguesa de La Codosera es moderno. Las características lingüísticas de su variedad local así lo indican. En este trabajo intentamos documentar cuándo nacen esas aldeas y, en consecuencia, desde cuándo se habla portugués en La Codosera.

Texto completo: Puede obtenerse en el perfil de Academia.edu del Prof. Carrasco: https://www.academia.edu/34609514/Aldeas_de_habla_portuguesa_en_La_Codosera_Portuguese-speaking_villages_in_La_Codosera

International Conference on Communities in Control: Learning tools and strategies for multilingual endangered language communities

The Mercator Research Centre, SOAS World Languages Institute, the Interdisciplinary Centre for Social and Language Documentation and the Foundation for Endangered Languages cordially invite scholars, community organisations and community members working on the revitalization of endangered languages, its documentation and archiving to join the International Conference on Communities in Control: Learning tools and strategies for multilingual endangered language communities that will take place in Alcanena, Portugal, on October 19-21 2017.

This conference is organised together with the Foundation of Endangered Languages as FEL XXI, the 21st issue of a series of yearly conferences.

The 3-day event aims to focus on community-driven activities. Abstracts are invited for papers on the following subtopics:

  • Community-driven revitalization projects
  • Use of archives for language safeguarding, revitalization and teaching
  • Connecting communities to archived collections: content, interface, language
  • Development of linguistic tourism: connecting language revitalization to local economic development as a way of increasing the status of local languages

The deadline for abstract submission is July 15, 2017.

Registration will open on June 12, 2017.

For more information please consult the website of the event: http://www.cidles.eu/events/mercator-soas-cidles-fel-2017

O barranquenho: porta entre línguas e culturas, passado, presente e futuro

O projeto FRONTESPO participa na organização e no programa do congresso internacional O barranquenho: porta entre línguas e culturas, passado, presente e futuro, que se celebrará em Barrancos o 2 de Junho de 2017.

A Guerra Também foi Nossa - RTP

“A Guerra Também foi Nossa” (RTP)

“A Guerra Também foi Nossa” (RTP)

Sinopse: "Foi uma sangrenta guerra civil que dividiu Espanha, mas também marcou para sempre a vida de milhares de portugueses, que viviam perto da fronteira ou trabalhavam no país vizinho. Há 80 anos, a guerra civil espanhola, autêntico ensaio para a 2ª Guerra Mundial, provocou meio milhão de mortos. Mais de 100 mil continuam desaparecidos até hoje, enterrados em valas comuns por toda a Espanha. Estima-se que centenas sejam portugueses. Esta semana contamos-lhe histórias inéditas de portugueses que, apesar de não terem ido para a frente de batalha, foram fuzilados na guerra civil de Espanha. Ao lado da fronteira, foi o teatro de guerra mais próximo do território português. O Linha da Frente percorreu a raia portuguesa e encontrou famílias destroçadas pelo horror da guerra, mas também histórias únicas de solidariedade e amor ao próximo. "A Guerra Também foi Nossa", uma reportagem da jornalista Ana Luísa Rodrigues, com imagem de Carla Quirino e edição de José Rui Rodrigues. Ver em: http://www.rtp.pt/play/p2231/e260226/linha-da-frente

 

Os días afogados

Os días afogados. Película-documental sobre la construcción de la presa de Lindoso (Barragem do Alto Lindoso), que anegó las aldeas de Buscalque y Aceredo (Ourense). Parte del metraje son películas grabadas por los propios vecinos en los años 80 y 90 o reportajes de televisión de la época, muy interesantes por el testimonio humano, pero también por la lengua utilizada.

 

Algunas referencias adicionales:

 

Os días afogados | Trailer 1

Os días afogados | Trailer 1

Portugal - Um dia de cada vez

Uma viagem que começa no extremo Norte de Portugal e que, por terras de Trás-os-Montes e do Alto Douro, visita uma dúzia de aldeias e lugares.
As casas, os cafés, as ruas, e as pessoas que ainda as habitam.
É o retrato do dia a dia de algumas dessas pessoas, cada vez menos, cada vez mais idosas. E sós.
Gente que leva a sua vida, um dia de cada vez.

Nota de Intenções

Tudo se passa numa terra interior de onde as pessoas fugiram e onde os restos do sonho de desenvolvimento se tornaram sinais do absurdo. «É a vida e a vida é triste», dizem com resignação os sobreviventes do Portugal interior. Sobrevivem na condição de viver um dia de cada vez, resignados à fatalidade do destino e a recordar um passado que podia ter sido melhor. A desilusão com o destino é enganada com a culpa da traição dos governantes e com a paixão pelos enredos da televisão. No vazio das horas iguais a tantas outras a existência passa e a vida gasta-se a tentar escapar ao desespero. É um filme de retratos de um país triste que fala de uma particular forma de esperança, a que sonha só com a felicidade de se cumprir a vida. Vivemos um dia de cada vez.

João Canijo e Anabela Moreira

http://visao.sapo.pt/jornaldeletras/cinema/2015-11-17-Portugal-Um-Dia-de-Cada-Vez-de-Joao-Canijo-e-Anabela-Moreira 

Portugal - Um Dia de Cada Vez - Trailer

Um dia de cada vez

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