Línguas em contacto: "saber sobre" o que as distingue. Análise de competências metalinguísticas de crianças mirandesas em idade escolar

Autores

Tipología: 
Libro
Localidad: 
Coimbra
Editorial: 
Universidade de Coimbra
Año: 
2008
Páginas: 
412
ISBN: 
978-989-26-0433-6
Sinopsis de contenido: 

ÍNDICE: PREFÁCIO DE CLARINDA MAIA || AGRADECIMENTOS || EPÍGRAFES || CAPÍTULO 1 - O PROBLEMA | 1.1. Apresentação | 1.2. O tipo de população a estudar | 1.3. Os fenómenos a estudar | 1.4. O alcance prático da(s) resposta(s) | 1.5. Questões epistemológicas prévias | 1.6. O percurso teórico e experimental || CAPÍTULO 2 - O LINGUÍSTICO E O METALINGUÍSTICO | 2.1. Os principais contributos teóricos para uma definição de “metalinguístico” | 2.2. A distinção entre “linguístico” e “metalinguístico” enquanto “saber” vs. “saber sobre”. A(s) perspectiva(s) psicolinguística(s) | 2.2.1. Concepções (aparentemente) dicotómicas e concepções escalares | 2.2.2. As dicotomias: fundamentos teóricos | 2.2.2.1. Implícito vs. explícito | 2.2.2.2. Inacessível vs. acessível | 2.2.2.3. Não-declarativo (ou procedimental) vs. declarativo | 2.2.2.4. Inconsciente vs. consciente | 2.2.3. Síntese | 2.2.4. Algumas propostas promissoras | 2.2.4.1. O Representational Redescription Model de Karmiloff-Smith | 2.2.4.1.1. A discussão dos paradigmas construtivista e inatista/modular | 2.2.4.1.2. A descrição do “Modelo RR”: do linguístico ao metalinguístico | 2.2.4.2. A Metacognitive Model of Language Skills de Bialystok e Ryan | 2.3. A relação entre capacidades linguísticas e metalinguísticas: uma hipótese || CAPÍTULO 3 - “SABER SOBRE” MAIS DO QUE UMA LÍNGUA. O RECONHECIMENTO DE L1 E DE L2 ENQUANTO ENTIDADES DIFERENCIADAS | 3.1. Introdução | 3.2. O “estado da arte”: uma tipologia das manifestações metalinguísticas recenseadas em crianças bilingues | 3.2.1. O ponto de partida: a percepção das relações arbitrárias do signo linguístico | 3.2.2. As manifestações metalinguísticas contempladas na componente experimental deste trabalho | 3.2.2.1. A associação entre línguas e locutores | 3.2.2.2. Algumas capacidades metafonológicas | 3.2.2.3. A tradução | 3.2.2.4. Comentários explícitos sobre estruturas e usos linguísticos | 3.2.3. Outras manifestações metalinguísticas recenseadas na bibliografia especializada | 3.2.4. Para uma re-avaliação da tese da “superioridade bilingue” | 3.3. Outras componentes envolvidas na diferenciação entre L1 e L2 | 3.3.1. Considerações introdutórias | 3.3.2. Condições exógenas da aquisição bilingue e tipos de bilinguismo infantil | 3.3.2.1. O factor idade | 3.3.2.2. Contextos sociais e estratégias que presidem ao processo de input bilingue | 3.3.2.3. Os bilingues resultantes: uma análise crítica dos dados | 3.3.3. A construção do bilinguismo: uma breve revisão dos modelos de aquisição | 3.4. Conclusões || 202 CAPÍTULO 4 - O TRABALHO EXPERIMENTAL | 4.1. Introdução | 4.2. As hipóteses e a sua fundamentação | 4.2.1. Uma breve caracterização da situação sociolinguística da Terra de Miranda | 4.2.2. As principais diferenças entre o português padrão, o português de Trás-os-Montes e o mirandês | 4.2.2.1. Aspectos fonético-fonológicos | 4.2.2.2. Aspectos morfológicos | 4.2.3. As hipóteses | 4.3. O desenho experimental | 4.3.1. Tarefas e objectivos | 4.3.2. Amostra | 4.3.2. Procedimento | 4.3.2.1. Critérios que presidiram à escolha das palavras-estímulo | 4.3.2.2. Operacionalização | 4.3.3. Resultados e discussão | 4.3.3.1. A tarefa de repetição da palavra-estímulo | 4.3.3.2. A tarefa de filiação linguística | 4.3.3.3. A tarefa de tradução | 4.3.3.4. A tarefa de explicitação das diferenças detectadas entre as palavras-estímulo e as formas traduzidas | 4.3.3.5. Síntese: os resultados comparados das tarefas || CONCLUSÕES GERAIS || BIBLIOGRAFIA

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02/08/2019 - 14:25